11/09/2012 às 00h51min - Atualizada em 11/09/2012 às 00h51min

Soninha gasta sola de sapato e conhece os problemas da cidade

A candidata da Coligação “Um Sinal Verde para São Paulo”, Soninha Francine, gastou a sola do sapato neste final de semana de sol em São Paulo.

Assessoria de Imprensa da Coligação "Um Sinal Verde para São Paulo" - PPS/PMN

Diferente de outros candidatos, que usam automóvel e acenam de longe para a população, Soninha fez corpo-a-corpo pelo quatro cantos da cidade e conheceu um pouco mais dos problemas de cada pessoa, de cada região. Foram conversas com comerciantes, moradores, taxistas, ambulantes e feirantes.

Na manhã do sábado (9/9), percorreu as ruas de Heliópolis ao lado do candidato a vereador pelo PMN, Gilmar Santos. Lá, a ex-vereadora constatou que ainda falta muita infra-estrutura na região, principalmente em relação às moradias e à coleta de lixo.

Mais tarde, na Vila Carrão, percorreu as ruas do comércio ao lado da candidata a vereadora pelo PPS, Hilda Furacão. À noite, em companhia do candidato River, também do PPS, participou da inauguração de um Restaurante na Avenida Cruzeiro do Sul, zona norte.

 

Problemas da cidade

Na manhã deste domingo (9/9), Soninha caminhou pela feira livre do Jardim São Luiz, zona sul.

Ao lado da candidata do PPS Alex Sandra, Soninha foi reconhecida pelos populares e conversou com comerciantes e clientes. Segundo ela, os feirantes reclamam, com razão, do rodízio de caminhões.

“O rodízio de caminhões foi muito mal elaborado, feito de forma inábil. Ele prejudica os feirantes já que eles não usam o veículo para passeio, mas para trabalhar, servir as pessoas”.

Ela também afirmou que, eleita, vai instalar banheiros públicos e estender o horário das feiras. “Isso será possível se o lixo for totalmente recolhido durante o horário de funcionamento da feira”.

Mas a caminhada serviu também para a candidata conhecer outros problemas da cidade, como a de um motorista dono de táxi acessível, que reclamou do alto custo do serviço.

“Ele reclamou especialmente do preço do carro, que hoje custa cerca de R$ 50 mil, e da instalação do equipamento de acessibilidade - de R$ 35 mil. Ou seja, São Paulo podia ter 120 carros acessíveis, mas tem somente 35 em uma frota de 35 mil veículos. É pouquíssimo”.

Segundo Soninha, o motorista sugeriu que a Prefeitura contrate taxistas para prestar o serviço do Atende – hoje feito só por vans. “O Atende faz um roteiro muito parecido com as peruas escolares, o que cansa muito os pacientes de hemodiálise, por exemplo”.

A candidata também conheceu uma jovem mulher que encontra dificuldades para matricular a filha diabética na rede pública municipal. Já outra senhora reclamou da falta de coleta seletiva no Monte Azul, comunidade vizinha ao jardim São Luiz.


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