25/08/2015 às 10h16min - Atualizada em 25/08/2015 às 10h37min

Tratamentos estéticos menos invasivos viram tendência

Como a maioria dessas opções menos invasivas não exige o afastamento das atividades e nem os mesmos riscos das cirurgias, eles são muito procurados

Mayara Caroline Schaffner
Divulgação

Desde 2013, o Brasil lidera o ranking de cirurgias plásticas, com mais de 1,5 milhão de operações por ano, segundado dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, baseadas no relatório da International Society of Aesthetic Plastic Surgery. Porém, os tratamentos estéticos menos invasivos estão ganhando cada vez mais espaço nos consultórios. Para o médico cirurgião plástico, Tiago Ribeiro, isso ocorre devido à evolução dos aparelhos e tratamentos estéticos, que resolvem o que antes só podia ser corrigido com a plástica. “Como a maioria dessas opções menos invasivas não exige o afastamento das atividades e nem os mesmos riscos das cirurgias, eles são muito procurados”, complementa Ribeiro.

Entre eles estão os preenchimentos faciais e substâncias como a toxina botulínica. “O preenchimento com ácido hialurônico, por exemplo, pode ser usado em mulheres que desejam camuflar as marcas do tempo, além de gerar resultados positivos também em cicatrizes deprimidas e marcas na pele resultantes de outros traumas”, explica Ribeiro. Eles agem preenchendo os espaços e distendendo as rugas, o que as torna mais superficiais ou até invisíveis. “Também hidrata e melhora a passagem de nutrientes para a pele”, complementa Ribeiro. O efeito dura de seis a oito meses.

A Toxina Botulínica

De acordo com o médico, é comum e inclusive benéfica a associação entre o preenchimento com ácido hialurônico com a toxina botulínica, o chamado Botox. “O uso do Botox pode prolongar a duração do ácido hialurônico. Sem contar que a melhora das rugas e vincos é mais expressiva quando o tratamento é associado”, detalha. Em alguns casos pode existir a necessidade de execução do preenchimento e da aplicação em tempos diferentes com intervalos de 15 dias.

Quando fazer?

Não há idade específica para a realização dos preenchimentos. Mesmo as pessoas jovens, que tenham uma real necessidade, podem fazer o procedimento. “Normalmente, os problemas que podem ser corrigidos com o preenchimento costumam surgir após os 30 anos, devido ao processo de envelhecimento”, finaliza Ribeiro.

Sobre Tiago Ribeiro
Cirurgião Plástico especialista pelo Hospital Santa Marcelina, de São Paulo, Tiago André Ribeiro é graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). É membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Atende nas cidades de: Toledo e Marechal Cândido Rondon. Mais informações no site: www.clinicatiagoribeiro.com.br.

Informações para Imprensa

Agência Casa de Notícias

Mayara Schaffner (45) 9957-6599

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