17/07/2015 às 12h31min - Atualizada em 17/07/2015 às 12h31min

17º Encontro Nacional de RI aborda como as empresas elaboram programa de targentig

“Não existe programa de targeting estático é preciso acompanhar as mudanças no perfil do investidor, bem como a migração de recursos”, destacou Bernardo Rothe, gerente geral de Relações com Investidores do Banco do Brasil, no painel 5 “Targeting – acesso aos mercados desenvolvidos e as experiências em superar as dificuldades no atual cenário macroeconômico” do Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais.

Imprensa IBRI

“Não existe programa de targeting  estático é preciso acompanhar as mudanças no perfil do investidor, bem como a migração de recursos”, destacou Bernardo Rothe, gerente geral de Relações com Investidores do Banco do Brasil, no painel 5 “Targeting – acesso aos mercados desenvolvidos e as experiências em superar as dificuldades no atual cenário macroeconômico” do Encontro Nacional de RI e Mercado de Capitais. O evento é promovido pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e pela ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) nos dias 14 e 15 de julho de 2015, na Fecomércio, em São Paulo. De acordo com ele, o investidor europeu não tem disponibilidade para investir na América Latina, inclusive no Brasil.

Nuno da Silva, diretor de DRs para América Latina do BNY Mellon, destacou que não existe fórmula de targeting para as empresas, e sim cada uma deve encontrar a melhor receita baseado nos seus fundamentos. O executivo apresentou resultados de estudo divulgado pelo BNY Mellon que examinou a forma como a comunidade de investimento da América do Norte percebe o atual acesso a empresas de fora dos Estados Unidos e Canadá.

Ele mencionou que 43% dos investidores consideram mediano ou fraco seu atual nível de acesso corporativo a empresas de fora da América do Norte, sendo o índice impulsionado por investidores insatisfeitos de cidades secundárias. “O Brasil melhorou muitos as práticas de governança nos últimos anos e, consequentemente, atraiu mais capital e investidores”, lembrou.

Antonio Castro, presidente da ABRASCA e moderador do painel, apontou a mudança geográfica em busca de investidores. Segundo ele, no passado era comum as empresas contatarem investidores em Nova York, Boston e dependendo do perfil desejado elas acessavam investidores em Washigton, Los Angeles e São Francisco. “Hoje é importante saber onde ir, pois os investidores são globais”, comentou.

Fabio Cefaly, gerente de RI da Natura, relatou a experiência da empresa e enfatizou ser preciso incluir o programa de targeting nas metas de RI. “É preciso ter certeza com qual investidor quer falar e que deveriam fazer parte da carteira da empresa”, justificou. Ao ser indagado sobre a concentração de investidores versus liquidez ele afirmou é difícil encontrar a porcentagem entre investidores que fornecem liquidez e aqueles que dão estabilidade.

O17º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais é patrocinado pelas empresas: Banco do Brasil, Bloomberg, BM&FBOVESPA, BNY Mellon, Bradesco, CEMIG, Chorus Call, Deloitte, Deutsche Bank, Diligent Board Member Services, Economatica, GreenbergTraurig, Itaú Unibanco, J.P. Morgan, MZ, Oliveira Trust, Petrobras, RIWeb, RR Donnelley, Sabesp, Sherpany, SulAmérica, TheMediaGroup, VALE, Valor Econômico e Wittel.

Mais informações acesse: http://www.encontroderi.com.br/17/index.htm


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