17/07/2015 às 12h25min - Atualizada em 17/07/2015 às 12h25min

Encontro nacional de investidores discute a Governança do IFRS

O 17º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais trouxe nesta tarde de terça-feira especialistas que demonstraram, no painel 2, a quantas anda a Governança do IFRS...

Imprensa IBRI

O 17º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais trouxe nesta tarde de terça-feira  especialistas que demonstraram, no painel 2, a quantas anda a Governança do IFRS, a participação brasileira atual e a importância para a comunidade financeira. O evento é promovido pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores) e pela ABRASCA (Associação Nacional das Companhias Abertas) nos dias 14 e 15 de julho, de 2015, na Fecomércio, em São Paulo.

A primeira palestrante, a Trustee da IFRS Foundation, Maria Helena Santana, deu início à sua exposição fazendo menção aos primórdios do IFRS. “As normas já existiam desde 2001, mas deram um salto em 2005 quando a União Europeia resolveu adotar o IFRS. Outro momento marcante ocorreu em 2008, quando, depois da quebra do banco norte-americano Lemann Brothers, o G20 se reuniu e assumiu o compromisso de adotar as normas técnicas”.

Ela descreveu como o padrão IFRS já se disseminou pelo mundo, e citou alguns países como exemplo. “Na China, por exemplo, o padrão é igual ao IFRS, praticamente não há diferenças relevantes. Assim como os EUA a norma está bem disseminada. Na Índia, hoje ainda vale o padrão local, mas também está tendo avanços e o Japão, por fim, também está avançando de forma positiva, o que é algo bem significativo dada a sua atuação geopolítica”.

 Segundo ela, os encargos do fundo do IFRS são rateados entre jurisdições. “O trabalho das trustees, por sua vez, é supervisionar as autoridades públicas reguladoras do mercado de capitais. A SCI americana, CVM, Comissão Europeia são todas supervisionadas por autoridades públicas. É um acordo para garantir um funcionamento saudável e técnico da IASB”.

Outro palestrante, o Board Member do IASB, Amaro Gomes, apresentou os grandes desafios do IFRS. “Uma dos pontos amplamente discutidos no IFRS diz respeito às operações de leasing. Então, chegamos a conclusão de que os contratos de leasing vão incluir o vencimento do passivo. Os contratos de leasing vão entrar em vigor em 2019”. 

O17º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais é patrocinado pelas empresas: Banco do Brasil, Bloomberg, BM&FBOVESPA, BNY Mellon, Bradesco, CEMIG, Chorus Call, Deloitte, Deutsche Bank, Diligent Board Member Services, Economatica, GreenbergTraurig, Itaú Unibanco, J.P. Morgan, MZ, Oliveira Trust, Petrobras, RIWeb, RR Donnelley, Sabesp, Sherpany, SulAmérica, TheMediaGroup, VALE, Valor Econômico e Wittel.

Mais informações acesse: http://www.encontroderi.com.br/17/index.htm


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