14/07/2015 às 11h49min - Atualizada em 14/07/2015 às 11h49min

IHM Engenharia implementa planta de manuseio de madeira para a Celulose Riograndense, empresa do grupo CMPC

Projeto faz parte de uma das maiores linhas de produção de celulose do mundo

Beatriz

A IHM Engenharia, empresa do Grupo Stefanini, acaba de concluir a implementação da planta de manuseio de madeira da Celulose Riograndense, empresa do grupo chileno CMPC, localizada em Guaíba (RS). O projeto é o maior já realizado pela IHM e compreendeu o fornecimento, montagem, comissionamento e operação assistida nas modalidades de elétrica, instrumentação, automação e TI Industrial. Há 20 anos no mercado, a IHM gerencia projetos industriais multidisciplinares em vários segmentos: mineração, siderúrgica, química, papel e celulose, agronegócios, alimentos, automotivo, energia, óleo e gás, dentre outros.

De acordo com Augusto Moura, CEO da IHM Engenharia, o trabalho foi realizado em tempo recorde, sendo um dos maiores projetos de papel e celulose numa linha única de processamento. “O sucesso deste projeto foi possível graças à experiência das equipes envolvidas, profissionalismo na gestão do empreendimento e ao emprego de tecnologias de ponta consolidadas no setor”, afirma Moura.

A IHM ganhou o projeto em abril de 2013. José Luiz Moreira, diretor de operações da empresa, explica que o primeiro passo foi desenvolver todo o projeto de instrumentação, automação e elétrico. Depois, foram feitas as compras de suprimentos, como por exemplo, transformadores, motores, painéis, dentre outros. “Trouxemos equipamentos da China e, para garantir que eles tivessem a qualidade esperada, mandamos um de nossos profissionais para que pudesse inspecioná-los”, conta.

A empresa desenvolveu toda a parte elétrica da planta de manuseio de madeira. Após isso, foram feitos os testes e realizados os últimos ajustes. A IHM foi ainda a responsável pelo desenvolvimento do sistema PIMS (Plant Information Management Systems) de toda a unidade de Guaíba 2 e integração com o sistema da planta de Guaíba 1.

Conforme previa o cronograma, no dia 3 de maio a Planta 2 começou a funcionar. Quatro dias depois, a nova fábrica terminou o processo de produção do seu primeiro fardo de celulose. Com a ampliação, a Celulose Riograndense aumentará a sua capacidade de produção, passando de 450 mil para 1,8 milhão de toneladas de celulose por ano.

Walter Lídio Nunes, diretor-presidente da Celulose Riograndense, diz estar muito otimista. “Esse foi um grande projeto, o maior investimento privado feito recentemente no Rio Grande do Sul e um dos maiores do Brasil. Existe uma combinação de fatores que fazem o sucesso na implantação de um projeto e seu resultado posterior. É necessário ter um bom conceito de engenharia, planejamento, análise de risco para cada etapa da implantação e, acima de tudo, um grupo de trabalho competente, experiente, motivado pelas metas traçadas dentro de um espírito de trabalho de equipe. O comprometimento dos nossos players com o projeto foi um dos pontos altos de todo o trabalho e, neste sentido, a contribuição da IHM foi exemplar", afirma o diretor. 


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