02/07/2015 às 08h55min - Atualizada em 02/07/2015 às 08h55min

Terceirização, uma tendência global

Utilizada com sucesso em diversos países, reflete um nível cada vez maior de especialização e de geração de emprego e renda para os trabalhadores

Carmen Rosa

*Por Marcos Bisi

 

 

Mesmo sem uma regulamentação definida, cada vez mais trabalhadores vivem realidade inconteste: a da chamada “terceirização”. Atualmente, são milhares de profissionais enquadrados nessa seara cercada de polêmicas. E, como todo tema dessa natureza, vale a pena ser discutido para ser entendido. Vamos a ele. O Projeto de Lei nº 4.330/2004 – com tramitação na Câmara dos Deputados e também no Senado Federal sob o PLC nº 30/2015 – tem como objetivo trazer maior transparência e segurança para todos os envolvidos, seja o próprio trabalhador, o tomador dos serviços ou a empresa prestadora.

 

É importante deixar claro que esse projeto de lei não retira quaisquer direitos dos trabalhadores. Ao contrário, os terceirizados continuarão celebrando contratos com base na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e a eles serão conferidas todas as garantias existentes nessa legislação (13º salário, férias, recolhimento de FGTS e INSS).

 

Com base no projeto de lei, o contrato de prestação de serviços poderá abranger todas as atividades da empresa, sejam elas atividades-fim ou aquelas consideradas acessórias ou complementares. A empresa tomadora ou contratante dos serviços se tornará responsável subsidiária no que tange às obrigações trabalhistas dos empregados ligados à prestadora dos serviços.

 

Outro ponto de destaque, trazido pelo projeto de lei, diz respeito ao recolhimento da contribuição sindical compulsória que deverá ser feito perante o sindicato da categoria ao qual pertence o terceirizado.

 

A própria administração pública também poderá contratar a prestação de serviços de terceiros, sob a condição de que estes não executem atividades exclusivas de Estado. Trocando em miúdos, aquelas relacionadas à regulamentação e fiscalização.

 

A terceirização defendida por muitos segmentos da cadeia produtiva brasileira nada mais é do que consequência de uma tendência do mundo globalizado. Já utilizada com sucesso em diversos países, reflete, inclusive, um nível cada vez maior de especialização e de geração de emprego e renda para os trabalhadores, impulsionando o crescimento do país.

 

 

* Marcos Bisi é Responsável pelo Departamento Jurídico da SIL, uma das principais fabricantes brasileiras de fios e cabos destinados às instalações elétricas com tensões até 1kV (baixa tensão).

 

 

SIL Fios e Cabos Elétricos

Tels.: (11) 3377.3333 – SAC 0800 55 0008

www.sil.com.br

www.facebook.com/silfiosecabos

www.youtube.com/user/silfiosecabos

 

Informações e imagens em alta resolução:

Via Pública Comunicação - www.viapublicacomunicacao.com.br

Sheila Diez: (11) 3473.0255 – 98540.7777 - sheila@viapublicacomunicacao.com.br

Anapaula Couto: (11) 3578.6884 – 98609.2420 – anapaula@viapublicacomunicacao.com.br 


Link
Tags »
Notícias Relacionadas »
Comentários »