18/06/2015 às 13h00min - Atualizada em 18/06/2015 às 13h00min

Centro Marista de Defesa da Infância lança site institucional e do Projeto Brincadiquê

Os espaços virtuais trazem conteúdos sobre projetos e publicações voltados à defesa dos direitos de crianças, adolescentes e jovens do Paraná

Cíntia Gomes

A Rede Marista de Solidariedade, por meio do Centro Marista de Defesa da Infância, lança no mês de junho dois sites, um institucional (www.centrodedefesa.org.br) e outro do projeto Brincadiquê? Pelo Direito ao Brincar (www.brincadique.com.br), oferecendo acesso a informações sobre os projetos desenvolvidos pela unidade de forma mais moderna e de fácil navegação.

O novo portal do Centro de Defesa foi criado em concordância com as diretrizes da marca e traz conteúdos sobre os projetos Campanha Defenda-se, Infância, Adolescência e Direitos, CADÊ Paraná e Brincadiquê? Pelo Direito ao Brincar. Disponibiliza também publicações na íntegra, tais como “Infância, adolescência e direitos: enfrentamento à violência sexual em Foz do Iguaçu” e “Infância, Adolescência e Direitos: Ensino Fundamental em Curitiba”.

 

Já o site do Brincadiquê? traz informações sobre as modalidades do projeto que estão em execução: Brincadiquê? Pelo Direito ao Brincar, Brincadiquê? Na escola e Brincadiquê? Cata-Vento. Além disso, oferece um espaço com dicas de práticas lúdicas que podem ser desenvolvidas pelas crianças com orientação dos adultos, uma biblioteca virtual com indicação de livros sobre o Brincar nas diversas fases da infância e entrevistas com especialistas na área, como Adriana Klisys, Estevão Marques, Renata Costa, Priscila Candeloro e Nélio Spréa.

 

“Os sites foram desenvolvidos para concentrar as informações sobre a atuação do Centro de Defesa, que cresceram muito desde sua fundação em 2010, e estabelecer um canal de comunicação com a sociedade. Atualmente, nosso foco é o Estado do Paraná, mas por meio dos nossos projetos estamos presentes em 7 estados, participamos ativamente de espaços de controle social e temos sete livros publicados. Acreditamos que essa trajetória precisa ser contada e compartilhada com a comunidade”, diz Vinícius Gallon, analista de comunicação do Centro Marista de Defesa da Infância.


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