02/06/2015 às 15h22min - Atualizada em 02/06/2015 às 15h22min

Instituto Paulo Gontijo participou da Ação Global 2015 da TV Globo e SESI

Como parceiro de responsabilidade social da emissora, o Instituto forneceu esclarecimentos sobre a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

Communica Brasil
Divulgação

O Instituto Paulo Gontijo (IPG) participou, no último sábado (30/05), da 22° edição da Ação Global – projeto realizado pela Rede Globo em parceria com o SESI, que visa usar a informação e a mobilização social como estratégia de inclusão, oferecendo serviços gratuitos à população.

 

O IPG esteve presente em três estados - Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, e contou com uma equipe de 13 voluntários - médicos e profissionais de saúde capacitados, que forneceram informações aos participantes sobre doenças neurológicas, em especial a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). No total, foram atendidas 291 pessoas – 120, em SP; 112, no RJ; e 59, no RS.

 

“Foi muito importante participarmos do evento prestando esclarecimento e informação sobre a ELA. Recebemos várias pessoas com as mais diversas dúvidas – desde o que é uma doença neurológica até perguntas de pacientes já diagnosticados sobre pesquisas e tratamentos, conta Sílvia Tortorella, diretora executiva do IPG.

 

A Ação Global foi criada em 1995, em uma parceria da Rede Globo com o Sesi, com o objetivo de promover inclusão social e cidadania. Esse ano, a edição nacional reuniu mais de 400 mil pessoas e foram prestados mais de 1,2 milhão de atendimentos por uma estrutura de 22 mil voluntários em todo país. “Parabenizamos aos parceiros Rede Globo e Sesi por essa grande ação. Este projeto de atendimento atinge um número considerável de pessoas e este é o objetivo primordial do IPG: divulgar a causa”, acrescenta Silvia.

 

 

SOBRE A ELA

A Esclerose Lateral Amiotrófica destrói os neurônios motores, paralisa os membros superiores, inferiores e o diafragma – em estágios mais avançados, pode até paralisar os olhos. As células nervosas do cérebro e do corpo começam a morrer progressivamente e assim, interferem e interrompem os sinais enviados do cérebro ao músculo, mas o paciente não tem demência e permanece lúcido. Os primeiros sintomas da ELA são, geralmente, sinais de fraqueza muscular, como quedas e perda brusca da força e velocidade. A fala enrolada e mais lenta também é comum. A doença se manifesta de forma diferente em cada pessoa, e seu progresso pode acontecer em ritmos distintos.

 

 

PROJECT MINE

Há 10 anos fomentando pesquisas, o Instituto Paulo Gontijo é o único representante do Brasil no Project MinE - consórcio internacional com o objetivo de analisar os DNAs de pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) ao redor do mundo, no intuito de descobrir a causa e cura da doença. O projeto, que custará US$ 550 mil, necessita de doações para ser viabilizado. Mais informações sobre o projeto ou doações podem ser feitas pelo site https://www.projectmine.com/country/brazil 

 

 

SOBRE O IPG

O Instituto Paulo Gontijo surgiu após a descoberta de seu fundador, o físico e engenheiro Paulo Gontijo, ser portador da ELA, em 2000. Nessa época, ele promoveu uma campanha a fim de procurar a causa da doença, e idealizou os primeiros moldes de como seria a instituição e quais contribuições em prol da ciência e tecnologia forneceria. O IPG tem a missão de promover a pesquisa científica e o conhecimento sobre a doença, bem como desenvolver ações de sensibilização e humanização que contribua para o melhor atendimento dos profissionais, pacientes e seus familiares.

 

Informações à imprensa:
COMMUNICA BRASIL
PABX: (11) 3868-0300
Andrea Funk: andrea@communicabrasil.com.br
Carol Cassiano – carol@communicabrasil.com.br
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