20/05/2015 às 12h51min - Atualizada em 20/05/2015 às 12h51min

Retenção de talentos pela valorização do ser humano

Reduzir a rotatividade de trabalhadores exige investimentos na formação do profissional e na criação de mecanismos motivacionais que vão além de benefícios legais ou financeiros

Carmen Rosa

*Por Karina Martinez

 

Diversos setores produtivos enfrentam grandes desafios no que se refere a Recursos Humanos. O desenvolvimento verificado no País nos últimos anos favoreceu a criação de empregos, mas evidenciou uma importante deficiência do mercado de trabalho: a dificuldade de encontrar mão de obra qualificada nos níveis hierárquicos básicos.

 

Diante disto, como solução, as empresas assumiram a responsabilidade de capacitar seus colaboradores, que iniciam suas atividades sem conhecimento ou habilidades prévios para exercer as deliberações relativas ao cargo que ocupam, o que exige custos e tempo. Este aspecto seria totalmente plausível, principalmente em áreas muito técnicas ou especificas, se não houvesse outro fator complicador: a alta rotatividade que a economia aquecida e o cenário de pleno emprego favoreceram há alguns anos.

 

Fatores sociais e humanos podem ajudar a explicar esse comportamento. Formação insuficiente, baixo nível de renda, desejo de prosperidade e sentimento de urgência que marca os tempos atuais são fatores que reforçam esses problemas e fazem com que as pessoas não criem vínculos e comprometimento, buscando de forma imediatista a melhoria pessoal.

 

A combinação dos aspectos acima citados vem exigindo de empresas de diferentes portes e segmentos o desenvolvimento de ações que retenham talentos e profissionais de reconhecido potencial de crescimento. Apostar nas pessoas não é somente uma necessidade, mas deve ser considerado um investimento. Sem os profissionais aptos, estimulados e comprometidos, não há desenvolvimento.

 

Ações efetivas para a valorização do profissional

Colaboradores são pessoas e como tais possuem sentimentos, aspirações, emoções e sofrem influências dos meios nos quais vivem, sejam sociais, pessoais ou profissionais. A legislação trabalhista garante diversos benefícios ao trabalhador, mais isso vem se mostrando insuficiente para a manutenção dos funcionários e para que vislumbrem um futuro e uma relação de continuidade profissional dentro das companhias.

 

Com uma população economicamente ativa, em grande parte, ainda muito jovem, é preciso buscar outras alternativas. Desenvolver formas de aproximação desses colaboradores, conhecer seus anseios, limitações e expectativas são maneiras de criar um relacionamento mais proveitoso entre empregado e empregador, para que seja possível oferecer os caminhos e as respostas às suas perspectivas.

 

Esse caminho inicia-se na seleção. Ainda que as agências de empregos tenham um papel importante na filtragem dos candidatos, o processo seletivo interno permite melhor acompanhamento dos testes e entrevistas, reduzindo as chances de indicações incorretas.

 

Ouvir o que essas pessoas têm a dizer e oferecer apoio às suas necessidades demonstra interesse da companhia e estabelece uma relação integrada com o funcionário. Uma das ações implementadas na SIL tem justamente essa função: com o “RH na área” diariamente vamos até o chão de fábrica para conversar com os funcionários, verificar suas necessidades e trazer algumas facilidades para dentro da empresa, buscando comprometimento e motivação.

 

Reforçar a importância da liderança é uma forma de engajar equipes. Através do “SIL Lidera”, um treinamento com duração de cinco meses, envolvemos desde gerentes até os líderes de fábrica num trabalho que teve o propósito de demonstrar como a liderança é relevante no relacionamento do grupo e no desenvolvimento profissional, pois quem está na rotina diária com os funcionários é o líder, o gestor.

 

Promoções internas antes da contratação de pessoal externo é um sinal de que a companhia reconhece as capacidades do funcionário e tem espaço para seu crescimento. Para isso, o estabelecimento de um plano de carreira é importante para que o trabalhador saiba quais as portas terá de abrir.

 

Apostar em motivação, treinamentos, desenvolvimento de habilidades e relacionamento é apostar no ser humano e as consequências têm correspondência direta com o desenvolvimento da própria empresa.

 

 

*Karina Martinez é coordenadora de Recursos Humanos da SIL Fios e Cabos Elétricos

 

 

 

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