30/11/2021 às 15h52min - Atualizada em 30/11/2021 às 17h02min

Ânima Educação realiza o 1º Colóquio Plurais sobre educação e antirracismo

Evento gratuito, que acontece nos dias 1º e 2 de dezembro, reunirá professores, sociólogos, antropólogos e psicólogos em discussões sobre causas raciais, de gênero e sexualidade no âmbito acadêmico

SALA DA NOTÍCIA Raiza Rodrigues
A Ânima Educação, o maior e mais inovador ecossistema de educação do País que integra a UniSul, realiza nos dias 1º e 2 de dezembro, o ‘1º Colóquio Plurais: Educação e Antirracismo’. O encontro, online e gratuito, faz parte das ações de comemoração de um ano da Ânima Plurais, grupo de atuação dedicado a fortalecer e construir um conjunto de políticas institucionais e frentes de trabalho que têm como objetivo tornar a companhia ainda mais diversa e inclusiva. O Colóquio Plurais tem caráter científico e abordará o tema ‘Educação comprometida com o antirracismo e os seus desafios’. A programação reunirá professores, sociólogos, antropólogos, assistentes sociais e psicólogos em conferências, minicursos e mesas temáticas, que discutirá experiências relacionadas a questões raciais no ambiente acadêmico. Para acessar, clique aqui. 

A partir de uma discussão do tema na perspectiva sócio-histórica, o ‘1º Colóquio Plurais: Educação e Antirracismo’, começa às 8h30, do dia 1º de dezembro. A professora da Faculdade AGES de Jacobina e psicóloga mestra em políticas públicas e especialista em educação em direitos humanos, Dra. Railma Dantas, apresentará ‘Branquitude: racismo e antirracismo’. Já abertura oficial do evento será no mesmo dia, às 17h30, com a conferência que terá como tema ‘Ensino Superior e Relações Raciais: mudanças de paradigmas’, e contará com a participação da doutora em antropologia e pós-doutora em sociologia e em educação Profª. Dra. Nilma Lino Gomes, a coordenadora de projetos de extensão e pesquisa em diversidade e inclusão da Ânima Educação Jancleide Texeira Goes, o diretor de personalização da vice-presidência acadêmica da Ânima Educação Rodrigo Neiva, e a Vice-presidente de Gente, Cultura & Gestão Ânima Educação Carolina Marra. Entre 19h30 e 22h, serão realizados três minicursos ministrados por educadores de instituições de ensino do Ecossistema Ânima: ‘Conhecimentos culturais e identitários da comunidade quilombola’, com a Profª Maria das Dores Brandão de Oliveira, da AGES; ‘Mercado de trabalho, Direitos Humanos e relações étnico raciais’, ministrado pela Profª Suzana Coelho, da UNIFACS; e também ‘Estética da existência e a questão racial: saúde mental para quem?, oferecido pelo professor e psicólogo João Henrique Santos, do UniBH. 

O último dia do evento será reservado para apresentações e trocas de experiências com docentes que coordenam Projetos de Extensão ligados às questões raciais, de gênero, sexualidade e de combate ao capacitismo e ao etarismo. As mesas temáticas, que acontecem entre 9h e 11h, terão a participação do professor Dr. José Alberto Roza (São Judas), professora mestra Ana Lúcia (AGES), e Profa. mestra Thaís Alves (Una) com o tema ‘Gênero, raça e sexualidade: olhares possíveis’.

Em seguida, Jancleide Texeira Goes, o mestre em engenharia mecânica, Anderson Costa e a professora mestra Thainá Rocha, ambos da Universidade São Judas, discutem o tema ‘Extensão e Pesquisa: quando somos pretos na Universidade?’. 

Durante a programação do dia 2 de dezembro ainda está previsto o debate sobre as discussões que se dão em plataformas como Instagram, Twitter, Facebook e outras, para a popularização das pautas raciais e suas interseccionalidades no Brasil.
A temática, que se inicia às 15h, será conduzida pelo doutor em ciências da comunicação, Pablo Moreno, e a influencer digital e bacharel em direito e doutoranda em sociologia Winnie Bueno, criadora da Winnieteca, o ‘Tinder dos Livros’.  A conferência de encerramento será a partir das 18h, com a temática ‘Negra, Trans e Doutora’, conduzida pela Profª. Megg Rayara, mestra e doutora em educação, primeira mulher trans e negra professora de uma universidade federal no país. 

“As questões raciais são uma pauta fundamental para o mundo hoje. Esta primeira edição do nosso Colóquio traz essa discussão qualificada, na sua dimensão conceitual e também na prática, pensando as especificidades do ensino superior, sobretudo no contexto de instituições particulares. É uma inovação, se pensarmos que essa discussão é quase que exclusiva às universidades públicas no país. Mesmo com as ações afirmativas, ainda estamos longe da equidade racial no ensino superior privado, essa iniciativa do Colóquio é um passo importante, junto de outras ações do grupo Ânima para as mudanças que pretendemos para a sociedade, no sentido maior da própria missão do grupo que é “transformar o país pela educação”, acrescenta Tatiana Carvalho Costa, professora Ânima Plurais e uma das organizadoras do Colóquio. 
Sobre a Ânima Educação

Com o propósito de 'Transformar o Brasil pela Educação', a Ânima é o maior e o mais inovador ecossistema de ensino de qualidade do país com um portfólio de marcas valiosas e um dos principais players de educação continuada na área médica. A companhia é formada por uma comunidade de aprendizagem com cerca de 350 mil pessoas, composta por mais de 310 mil estudantes e 18 mil educadores, distribuídos em 18 instituições de ensino superior e em mais de 400 polos educacionais por todo o Brasil. Integradas também ao Ecossistema Ânima estão oito marcas especialistas em suas áreas de atuação, como HSM, HSM University, EBRADI (Escola Brasileira de Direito), Le Cordon Bleu (SP), SingularityU Brazil, Inspirali e Learning Village, primeiro hub de inovação e educação da América Latina, além do Instituto Ânima.

Em 2021, a Ânima conquistou o 1º lugar no setor serviços e ficou na 45ª posição no ranking das 150 empresas mais inovadoras do Brasil pelo Prêmio Valor Inovação –parceria do jornal Valor Econômico e a Strategy&, consultoria estratégica da PwC. Além disso, foi destaque no Guia ESG da revista Exame como uma das vencedoras na categoria Educação e conquistou, em 2019, o prêmio Mulheres na Liderança, na categoria Educação, iniciativa da ONG Women in Leadership in Latin America (WILL). Desde 2013, a companhia está na Bolsa de Valores, no segmento de Novo Mercado, considerado o de mais elevado grau de governança corporativa.
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