29/11/2021 às 18h13min - Atualizada em 30/11/2021 às 01h01min

Crescimento da automação exige novas habilidades profissionais

Projeções indicam que, até 2030, colaboradores vão ter que desenvolver um novo conjunto de habilidades totalmente aderentes à tecnologia

SALA DA NOTÍCIA Linhas Comunicação
Alex Knight - Unsplash
São Paulo, novembro de 2021 – A automação vem ganhando cada vez mais espaço no mercado e na sociedade. Muito utilizada para o avanço da indústria 4.0, a solução também passou a fazer parte do dia a dia com casas inteligentes, cercadas de sensores por todos os lados. O crescimento dessa tecnologia nas suas mais variadas formas também foi impulsionado pela pandemia, que revelou a urgência de novas habilidades para a maioria dos profissionais.

Recente pesquisa da McKinsey apontou que, até 2030, o tempo gasto com o uso de habilidades tecnológicas avançadas no ambiente de trabalho aumentará em 50% nos Estados Unidos e em 41% na Europa. Embora não haja dados referentes ao Brasil, a expectativa é de que o país também viva um crescimento exponencial nesse sentido. O estimado é que aproximadamente 70% das empresas em todo o mundo irão adotar ao menos um tipo de aplicação em TI, nesse período, o que pode ocorrer em diferentes níveis de absorção da tecnologia, algumas mais, outras menos.

“A automação nas empresas é uma realidade, interfere positivamente nos custos de produção ao reduzir o desperdício de matéria-prima e gerenciar o tempo de fabricação de produtos”, afirma Josemar Monteiro Silva, coordenador adjunto de computação na ETEP.

Impactos na formação
Baseado nesse cenário, o especialista explica que os profissionais do futuro não serão robôs. Muito pelo contrário: vão unir competências técnicas e sociais para desenvolver atividades muito mais criativas e elaboradas. “Com a introdução da educação digital com os microcomputadores há uma estimativa de criar 19 milhões de empregos, seja na indústria de informática ou em outras. Estima-se também que 65% das crianças que estão no ensino primário hoje, trabalharão em profissões/ocupações que ainda não existem. Por isso, devemos preparar essas pessoas para trabalhar nessas ocupações, manipular tecnologias que não foram desenvolvidas e resolver problemas que ainda não existem”, afirma o coordenador.

Para o especialista, além da destreza com a tecnologia, habilidades cognitivas como criatividade, tomada de decisão, pensamento crítico e perfil analítico serão fundamentais para o profissional que quer se destacar no mercado. Habilidades emocionais como a empatia, também fazem parte do rol de características que as empresas mais têm buscado.

Sobre a ETEP
Idealizado em 1956, a ETEP é uma das principais referências em ensino com foco em formar profissionais capacitados para atender às demandas do mercado de trabalho. O Centro Universitário ETEP é também reconhecido pela excelência por meio dos resultados obtidos nas avaliações do MEC. A instituição mantém unidades no Vale do Paraíba, São Paulo e Lisboa oferece cursos de graduação, pós-graduação e técnicos.
  
A ETEP baseia seu modelo de ensino nas metodologias ativas, nas quais os alunos aplicam o conhecimento adquirido na realização de projetos e trabalhos práticos e começam a vivenciar já na faculdade a realidade profissional. Entre as ações e investimentos realizados para a implementação da metodologia está a criação do Espaço de Projetos, o primeiro laboratório da faculdade para a fabricação de protótipos criados pelos alunos, sempre com foco na formação de profissionais altamente qualificados para atender às demandas do mercado.

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