13/10/2021 às 17h34min - Atualizada em 13/10/2021 às 17h56min

Fronteiras abertas: como se preparar para realizar um intercâmbio dos sonhos?

Especialistas apontam que mesmo com a abertura das fronteiras após o período de vacinação, é necessário ter planejamento para conquistar a oportunidade dos sonhos

SALA DA NOTÍCIA Fernanda Simplicio
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Com o avanço da vacinação da Covid-19 ao redor do mundo, muitas pessoas voltaram a sonhar com a possibilidade de realizar um intercâmbio. Entretanto, com a alta do dólar e com as dificuldades financeiras que os brasileiros estão passando, fica mais difícil de se organizar financeiramente para conquistar esse sonho. 

 

De acordo com a Universidade do Intercâmbio, empresa especializada em auxiliar pessoas a encontrarem as melhores oportunidades ao redor do mundo, o primeiro passo para conseguir realizar um intercâmbio é entender e estudar o local no qual deseja realizar esta experiência. Depois, é importante pesquisar e entender se o tipo de intercâmbio escolhido atende às suas necessidades, que variam de acordo com a carreira, experiência de vida e principalmente, em relação aos custos e despesas. Segundo o CEO da Universidade do Intercâmbio, Vinicius Nunes, existem mais de 60 oportunidades de intercâmbios pelo mundo, e muitas dessas oportunidades são gratuitas, assim o candidato pode diminuir os custos com mensalidades de instituições de ensino, por exemplo, e também pode conquistar oportunidades de trabalho a partir destas novas experiências. 

 

Apesar disso, no Brasil, existem diversas formas de se planejar financeiramente para colocar em prática este sonho. Empresas como o UP Consórcios, fintech da Embracon, oferece ao candidato intercambista a cota de Serviços. O investimento permite pagar os custos, por exemplo, das passagens, hospedagens, os cursos, passeios, alugar carro e até fazer câmbio para a moeda local. O UP Consórcios disponibiliza cotas de crédito de Serviços que vão de R$ 15 mil a R$ 30 mil, com parcelas divididas em até 40 meses. É o único do mercado que não cobra taxa de adesão, nem fundo de reserva e nem seguro. A taxa de administração, de 0,45%, também a menor praticada no mercado, só é cobrada após a contemplação, ou seja, se o consorciado não for sorteado dentro do prazo, ele não paga nenhuma taxa.

 

De acordo com Lorelay Lopes, head do UP Consórcios, “aperfeiçoar um idioma, somando a isso a possibilidade de se desenvolver profissionalmente e conhecer novas culturas, torna o intercâmbio uma experiência que agrega muito não apenas para a vida pessoal, mas, claro, para a carreira. E se feito de forma planejada, com mais tempo para organizar a viagem, a pessoa tem mais vantagens, especialmente em tempos de crise econômica”, explica a executiva.

 

Para Beto Assad, analista de ações e consultor financeiro do Kinvo, aplicativo que consolida investimentos de bancos e corretoras em um só lugar, estabelecer um limite máximo de gastos para guardar o dinheiro com esse foco é fundamental. O especialista aconselha a  dividir o orçamento pelo número de meses até a data da viagem e ir guardando o dinheiro. “O ideal é que o valor seja investido no Tesouro Selic ou em um título de renda fixa, sempre com vencimento para antes do intercâmbio, desta forma, é possível diminuir os riscos para o investidor. Uma outra dica é comprar a moeda estrangeira aos poucos ou investir em fundos cambiais atrelados à moeda do país de destino. Essa pode ser uma ótima estratégia para fugir da desvalorização do real e garantir que o estudante tenha dinheiro para se manter durante todo o período do intercâmbio ou até conseguir um emprego”, explica o especialista. 

 

Vinicius, CEO da Universidade do Intercâmbio, reforça que apesar de todas as possibilidades de custear um intercâmbio, é importante que a documentação esteja em dia e que o país desejado esteja aberto para receber estudantes e trabalhadores estrangeiros. 


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