21/07/2021 às 17h40min - Atualizada em 21/07/2021 às 18h00min

Educação orientada para projetos e inovação a partir do Ensino Médio pode resolver gargalo de profissionais no Brasil

Estimular o desenvolvimento de novas competências desde cedo prepara os estudantes para um mercado cada vez mais tecnológico e competitivo

SALA DA NOTÍCIA Linhas Comunicação
ETEP
Divulgação

Profissionais ágeis, conectados, colaborativos e que dominam novas tecnologias como robótica, análise de dados e inteligência artificial. O perfil buscado pelas empresas está cada vez mais complexo e, por isso, mais difícil de ser encontrado no mercado, o que tem ocasionado um grande gap entre o número de especialistas disponíveis e a demanda de mercado. Reverter esse cenário, no entanto, pode ser mais simples do que se imagina. “Para preencher essa lacuna é preciso preparar os jovens desde cedo com um ensino que estimule essas novas competências nos estudantes. Não dá para querer resolver em quatro ou cinco anos de faculdade, um problema estrutural”, explica Fabio Moraes, pró-reitor do ETEP, referência no ensino baseado em projetos e tecnologias.

Contando com Ensino Médio e Centro Universitário, o ETEP reformulou toda a sua grade há alguns anos para focar o aprendizado nas chamadas metodologias ativas. Por meio do ensino híbrido, da gamificação e outras práticas, conseguiu introduzir outras formas de aprendizados. “No Colégio, por exemplo, os alunos têm aula de robótica. Nos últimos anos, antes da pandemia, participavam, inclusive, de competições internacionais como o FIRST, sendo sempre bem classificados no ranking. Eles aprendem de forma lúdica e inovadora, com a mão na massa, e saem muito mais preparados para o Ensino Superior e, claro, para o mercado de trabalho”, conta Moraes.

O Centro Universitário ETEP mantém a mesma metodologia. A Instituição conta com 15 laboratórios nas áreas de informática, mecânica, eletrônica, pneumática e o FABLAB, primeiro laboratório de fabricação da escola disponibilizado para prototipar e dar vazão à criatividade dos alunos.

“A Aprendizagem Ativa por meio da experiência colaborativa, com conteúdo online e ensino diferenciado, está entre os projetos inovadores. O aluno desempenha um papel de protagonista no processo de aprendizagem realizando Projetos Multidisciplinares”, afirma o pró-reitor. Não à toa, grande parte dos alunos sai com estágios em grandes empresas do país. “Essas organizações buscam nossos estudantes porque entendem que eles já saem muito mais preparados e formatos para atender as demandas atuais. Mesmo cursos que não são tecnológicos em sua essência, contam com aulas e projetos voltados para a introdução e o ensino de soluções de ponta, como a inteligência artificial e o aprendizado de máquinas”, complementa.

Recentemente, a Instituição também lançou o HUB Propulsão, que inaugura mais uma fase do ensino voltado à projetos e a inovação. O espaço funciona como um ponto de encontro para alunos e empresas, a fim de gerar valor e soluções diferenciadas por meio da inovação aberta e colaborativa.


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