16/06/2012 às 23h44min - Atualizada em 16/06/2012 às 23h44min

Fenômeno na internet, Vida chega ao Brasil pela V&R Editoras

Obra com poema de Augusto Branco já inspirou milhões de pessoas ao redor do mundo

COMMUNICA BRASIL

“Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis...” (Augusto Branco)

A V&R Editoras lança no mercado brasileiro o livro Vida – Já perdoei erros quase imperdoáveis, do poeta e escritor Augusto Branco, que traz o poema de mesmo nome lançado em Portugal no ano de 2009 e que se tornou fenômeno na Internet e inspirou milhões de pessoas no mundo todo. No Brasil, a obra ganhou notoriedade ao ser declamada por um dos artistas de maior sucesso na atualidade, tornando-se um guia motivacional de amor e tolerância ao próximo.

Nascido em Porto Velho, capital de Rondônia, Augusto Branco encontrou em autores como José Saramago, Machado de Assis, Niko Kazantizaskis e Bruna Paese sua paixão pela literatura. “Amo todos esses autores, mas não tenho traços deles na minha escrita. O autor que mais me influenciou, sem dúvida, foi Edgar Allan Poe. Com a obra dele passei a escrever contos numa linha fantástica e de suspense, pois seus textos são extremamente melodiosos e poéticos”, afirma Branco.

Em Vida, por exemplo, o autor fala de sentimentos como desilusão, mágoa e perdão de forma delicada e sincera. “Escrevo sobre a vida em um sentido geral, falo sobre situações que vivi ou presenciei sempre primando pela verdade de sentimentos. Meus poemas englobam mensagens de motivação e superação e eu acabo abordando de tudo um pouco, conforme vou vivenciando e sentindo”, explica o poeta.

Além da riqueza de emoções em cada verso, a obra reúne belas imagens e fotografias com situações que remetem ao tema tratado.

 

FICHA TÉCNICA:

Título: Vida – Já perdoei erros quase imperdoáveis

Autor: Augusto Branco

Formato: 19 cm X 19 cm

Nº de Páginas: 66

Capa: Dura

ISBN: 978-85-7683-325-3

Preço: R$ 29,90

 

Sobre o autor:

Augusto Branco nasceu na cidade de Porto Velho, no coração da Amazônia, fruto da união de dois ribeirinhos que, um dia, tentaram a sorte na cidade: Rosa e Raymundo. Escreveu seus primeiros poemas aos 7 ou 8 anos de idade, pouco antes de começar a ajudar na loja de ferragens do pai. O autor se apresenta sempre como um homem entre tantos outros, “apenas um cara no caminho”, nas suas próprias palavras. Uma expressão coerente com sua produção literária: seus textos mergulham no coração das pessoas e evidenciam os mais belos paradoxos que acompanham sentimentos comuns a todos nós, como o amor, a felicidade e o bem-estar.

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