20/08/2014 às 23h55min - Atualizada em 20/08/2014 às 23h55min

Paulistano está se divorciando menos

De acordo com o CNB/SP, o número de divórcios realizados na capital caiu 6%, enquanto no estado se manteve praticament e estável

Ketchum

O paulistano está se divorciando menos. Foi o que constatou o último levantamento realizado pelo Colégio Notarial do Brasil - Seção São Paulo (CNB/SP). De acordo com a instituição, no primeiro semestre deste ano, os cartórios de notas da capital lavraram 2.528 divórcios diretos e conversões de separação em divórcio. Esse número representou uma queda de 6% em relação ao total registrado no mesmo período de 2013, quando foram lavrados 2.686 atos dessa natureza. Ainda segundo o CNB/SP, esse é primeiro recuo constatado desde 2012, quando no mesmo período, os cartórios da capital lavraram 2.591 divórcios, ante 3.091 em 2011.

Já em todo o estado de São Paulo, o número de divórcios lavrados manteve-se praticamente estável, com uma variação de apenas 0,5%. Enquanto até o primeiro semestre deste ano foram lavrados 8.078, o período correspondente em 2013 contabilizou 8.253 lavraturas.

Esse percentual caiu após a aprovação da  Emenda Constitucional 66, em julho de 2010, que extinguiu os prazos necessários para a realização do divórcio. Com a desburocratização do procedimento, os tabelionatos já realizaram mais de  94 mil divórcios diretos e conversões de separação em divórcio.

 

Tabela de Conversão de Separação em Divórcio e Divórcio Direto no estado de São Paulo

Ato/Ano

Conversão de Separação em Divórcio

Divórcio Direto

2007

2.292

4.066

2008

2.950

4.453

2009

3.225

4.468

2010

4.323

9.377

2011

3.549

13.985

2012

2.566

13.988

2013

2.488

15.103

2014*

997

7.081

TOTAL

22.390

72.521

*dados do primeiro semestre

 

O que é o Colégio Notarial do Brasil - Seção São Paulo

O Colégio Notarial do Brasil - Seção São Paulo (CNB/SP) é uma das mais antigas entidades representativas da atividade de cartórios no Brasil. Fundado em 1951, o CNB/SP se concentra na busca do idealismo e do enfrentamento de questões relativas à classe notarial, sem se descuidar do cumprimento de sua função social e da compreensão da importância da atividade notarial pela sociedade.

 

Para saber mais: www.cnbsp.org.br.


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