20/04/2021 às 09h26min - Atualizada em 20/04/2021 às 10h20min

Como evitar um prejuízo milionário durante a viagem

Valores reais de gastos médicos provam a necessidade de viajar com seguro

DINO
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Algumas possibilidades não são consideradas ao se fazer o planejamento de uma viagem: um extravio de bagagem, um cancelamento de voo ou até um possível acidente ou doença que possa surgir durante a viagem. Provavelmente porque, neste momento de euforia durante a organização da viagem, não é costume lembrar dos possíveis imprevistos que possam ocorrer, mas o fato é que a chance existe, e o prejuízo pode acabar com a saúde financeira de toda uma família com um simples imprevisto, dados os valores exorbitantes das intervenções médicas atuais, seja em destinos internacionais ou nacionais.

Para trazer fatos verídicos dos valores excessivos, na Suíça, por exemplo, uma consulta médica no hotel para tirar a pressão e receitar remédio contra falta de ar tem um custo aproximado de E$ 800,00 + E$ 250 de medicamentos. Nos Estados Unidos, que possui o custo médico mais alto do mundo, o valor apenas do transporte de ambulância dentro da cidade gira em torno de US$ 2.000,00 e uma cirurgia de apendicite pode chegar a US$ 100.000,00 (valores estimados pelo GC Prime, câmbio inteligente). No Brasil, os preços também assustam, principalmente os custos para quem não tem plano de saúde. O governo estima que quebrar uma perna leva uma pessoa a gastar o equivalente a R$ 30 mil e passar três dias internado em um hospital custa R$ 120 mil.

Estes eventos são sempre inesperados, uma vez que ninguém embarca achando que pode chegar a ter este nível de gastos, ainda mais em moeda estrangeira. É simples assim: o seguro viagem pode proteger o viajante de um prejuízo milionário. O viajante planejado pode pensar que considerou todas as possibilidades, porém, sempre há a chance de que algo dê errado e o bolso, ou pior, a saúde dos passageiros esteja em risco.

Para os viajantes que pretendem viajar nacionalmente e possuem plano de saúde, os riscos não diminuem. O que poucos sabem é que, no Brasil, há 47 milhões de usuários de plano de saúde e, deste montante, menos de 20% têm um plano de saúde com cobertura nacional. Com relação ao seguro oferecido pelas empresas de cartões de crédito é, muitas vezes, um serviço adicional que reembolsa os gastos, além de ser exclusivo para apenas um acionamento durante toda a viagem. Já com o seguro viagem, além de contar com diversas assistências e indenizações, é possível adequar o produto à viagem e acionar quantas vezes forem necessárias.

Portanto, além das coberturas médicas, o seguro viagem evita que o segurado use o sistema público de saúde e oferece outras garantias como: cancelamento de viagem, extravio de bagagem, atraso de voo, entre outras que não são contempladas pelos planos de saúde ou do cartão. Acerca das possibilidades de contratação do seguro viagem, é necessário verificar exatamente o que a apólice inclui e quais coberturas estão contempladas.

Algumas empresas de seguro oferecem coberturas que vão até 1 milhão (na moeda local): “Com coberturas que vão até 1 milhão e para todos os tipos de viagem, além de cobertura para esportes, gestante, doença preexistente, todos incluídos nos limites dos Planos Basic, Max e VIP e ainda opções interessantes como a proteção dos equipamentos eletrônicos, assistência psicológica e pets, oferecemos produtos completos que geram a confiança dos nossos clientes e parceiros há mais de 30 anos”, afirma Claudia Brito, Sócia e Head de Comercial da CORIS Brasil, uma das maiores empresas do segmento.

É imprescindível viajar somente se assessorado por quem transmite confiança, para ter o devido apoio com a Central. Não é aconselhável, também, comparar cotações apenas por preço, mas por coberturas e pelo suporte que haverá nos momentos mais tensos e emergenciais. O seguro viagem da CORIS, por exemplo, é o único a oferecer Central de Atendimento 24h com atendentes que falam português, coberturas completas como para COVID-19 sem necessidade de arcar com despesas extras e complicar os produtos carecendo de upgrades. Além da possibilidade de house call: “É o atendimento médico em domicílio. No caso de uma viagem, o profissional vai até seu hotel ou apartamento de férias para examiná-lo e indicar o tratamento ideal”, explica Claudia.

Só de existir a chance de haver um prejuízo de tamanha proporção, durante momentos de lazer como nas viagens, constata-se que é imprescindível viajar protegido.



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