18/08/2014 às 10h25min - Atualizada em 18/08/2014 às 11h17min

Como solicitar o orçamento na hora do conserto do veículo?

Além de contar com um mecânico de confiança...

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Além de contar com um mecânico de confiança, que faça um serviço de boa qualidade, o consumidor precisa ficar atento na hora de solicitar o orçamento para o reparo do automóvel, pois é imprescindível entender o valor de cada parte do serviço para ter a certeza de não estar “entrando numa fria”. A ANFAPE – Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças – destaca os passos importantes dessa tarefa.

“O orçamento deve ser composto por duas partes: mão de obra/serviço e peças. A variável, normalmente, está nos preços das peças e não na parte do serviço, que é a ferramenta do reparador”, diz Roberto Monteiro, diretor-executivo da ANFAPE.

Monteiro explica que o consumidor deve pedir dois orçamentos. O primeiro com a utilização de autopeças originais, encontradas na maioria das vezes com valores abusivos nas montadoras.  O segundo com as similares, que possuem qualidade certificada, são oferecidas pelo mercado independente com a devida identificação, ou seja, a própria marca e garantia. São encontradas nas lojas de autopeças.

“Um bom orçamento apresenta divisões especificadas, bem como a margem de diferença de valor entre as peças e marcas, além da procedência desses itens”, enfatiza.

Com essas precauções se torna mais difícil entrar em armadilhas, como a utilização de peças de desmanches ilegais, que buscam itens encomendando o latrocínio em razão do roubo de veículos e, consequentemente, estimulam o crime organizado e a violência.

“É importante se manter atento e receber a devida orientação do reparador, que deve ser o consultor sobre o melhor custo x benefício em cada situação. A opinião do profissional de confiança traz a segurança para o consumidor”, pontua Monteiro.

 

            Sobre a Anfape – www.anfape.org.br

A Anfape – Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças surgiu com o intuito de representar e fortalecer o setor de reposição independente de autopeças no Brasil. Desde a sua constituição, em 2007. A entidade tem buscado reverter às ações de algumas grandes montadoras de automóveis que se valem do expediente de registrar os componentes visuais de seus veículos (capôs, para-lamas, para-choques, faróis, retrovisores etc.) como desenhos industriais com o propósito de inibir a atuação dos independentes no segmento de reposição, o que se dá por meio da proibição da produção e da comercialização das peças.

No início de 2007, a Anfape formulou uma representação junto ao Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência – CADE denunciando a conduta das montadoras FIAT, FORD e Volkswagen. Tal iniciativa teve como objetivo assegurar às empresas do mercado independente de autopeças o direito de produzirem e comercializarem itens visuais dos veículos. A Associação considera que as montadoras utilizam seus registros de desenhos industriais de peças automotivas de forma abusiva, o que configura conduta contrária à ordem econômica brasileira.

 

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