25/03/2020 às 16h48min - Atualizada em 27/03/2020 às 16h19min

Proteção de dados virtuais se faz ainda mais necessária em casos de home office

Com a pandemia do Covid-19 e a declaração da OMS (Organização Mundial de Saúde) de que medidas preventivas são necessárias para reduzir a transmissão do coronavírus, muitas empresas liberaram os colaboradores para trabalhar remotamente, no chamado home office. Ou seja, as companhias possuem softwares próprios ou programas habilitados nas máquinas dos escritórios e que, agora, os funcionários estão acessando de suas casas. Essa nova realidade chama a atenção para a proteção dos dados, que podem ficar mais vulneráveis quando acessados em redes ou equipamentos pessoais.

 

O home office precisa ser bem planejado e as normas de proteção de dados devem ser respeitadas, para que os criminosos virtuais não consigam aplicar golpes e terem acessos aos dados estratégicos das empresas, dos funcionários e até mesmo dos clientes. O prejuízo de uma rede vulnerável pode ser incalculável.

 

Conter os crimes do ambiente virtual é uma tarefa difícil, porém algumas dicas podem ajudar a proteger os colaboradores e empresas, como explica o professor da Faculdade Pitágoras, unidade Antônio Carlos, Orlando Silva. “Os criminosos virtuais sempre estão ativos, buscando redes de fácil acesso. É possível contê-los com algumas regras básicas, como mudar a senha frequentemente, usar o armazenamento na nuvem e atualizar o sistema de segurança, por exemplo”, explica.

“Ao alterar a senha, o algoritmo quebra o padrão e dificulta a descoberta do hacker. Além disso, a prática de salvar documentos na nuvem é benéfica, porque esse tipo de serviço oferece criptografia dos dados, tornando-os mais protegidos e recuperáveis se necessário. Atualizar o antivírus é uma regra básica. Não dá para agir diferente”, complementa Orlando.

Além das práticas que os colaboradores devem se atentar, as empresas também podem atuar na precaução. “As companhias devem instalar ou solicitar que as máquinas utilizadas no home office possuam monitoramento, como a VPN (Rede Privada Virtual). Com o software, o departamento de tecnologia pode rastrear uma máquina roubada ou até apagar informações remotamente, além de rastrear o fluxo da web, evitando portais inseguros”, ressalta o especialista.

Além das dicas específicas, Orlando recomenda não clicar em links enviados por estranhos ou em portais que não são confiáveis, além de não compartilhar informações com destinatários desconhecidos. Segundo o OTA, aliança de proteção virtual, 93% das violações de segurança, no ano de 2017, poderiam ter sido evitadas com esses procedimentos básicos.

“Estamos vivendo um momento delicado, que exige um novo comportamento em todas as esferas, principalmente no mercado de trabalho. Os profissionais estão conectados, seja pelo computador, celular, tablet, notebook, ou outros equipamentos, o que requer cada vez mais atenção”, finaliza o a especialista.

 

 

 

 

Sobre a Faculdade Pitágoras

Fundada em 2000, a Faculdade Pitágoras já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação, extensão e ensino técnico, presenciais ou a distância.

 

Presente nos estados de Minas Gerais, Maranhão, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Paraná e São Paulo, a Faculdade Pitágoras presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Faculdade Pitágoras oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.

 

A Faculdade Pitágoras nasceu herdando a tradição e o ensino de qualidade oferecido pelo Colégio Pitágoras, fundado em 1966, que também deu origem ao grupo Kroton. Para mais informações, acesse: http://www.faculdadepitagoras.com.br

 

Sobre a Kroton

A Kroton, que faz parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira e uma das principais organizações educacionais do mundo, atende ao mercado B2C do Ensino Superior, levando educação de qualidade em larga escala. Presente em mais de 900 municípios em todo Brasil, a companhia conta com 176 unidades próprias, 1.410 polos de ensino a distância e 846 mil estudantes, sob as marcas Anhanguera, Fama, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar. Transformar a vida das pessoas por meio da educação, formando cidadãos e preparando profissionais para o mercado, é a missão da instituição, que trabalha para continuar concretizando sonhos em todos os cantos do país.

 

 

Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »