08/03/2019 às 15h12min - Atualizada em 11/03/2019 às 15h54min

​Embasa investe R$ 1,4 milhão em parceria com a Cast group para modernizar rede de saneamento de Salvador

A Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A. (Embasa) modernicou a Estação de Condicionamento Prévio (ECP) Lucaia, responsável pelo bombeamento de 60% do esgoto produzido em Salvador (BA) para disposição oceânica através do emissário submarino do Rio Vermelho, em parceria com a Cast group, líder nacional em serviços de end-to-end para a área de TI.
 
Com o projeto, que envolveu investimento de R$ 1,4 milhão, a companhia de saneamento modernizou o sistema de controle e supervisão da ECP, possibilitando monitoria da unidade em tempo real, 24 horas por dia; controle remoto das operações da estação, como nível, vazão e pressão das bombas.
 
Segundo Júlio Mota, superintendente de Produção da Embasa, a iniciativa para renovação do parque tecnológico faz parte da contínua busca por melhorias e otimização dos serviços prestados à população da empresa baiana.
 
“Temos uma estrutura muito grande, com cerca de 70 estações de tratamento e mais de 4.200 quilômetros de redes de coleta, para manter tudo isso funcionando é preciso ter muito controle e uma rotina de manutenções eficiente. A partir do momento em que contamos com um sistema automatizado, capaz de informar gargalos e problemas na malha de esgoto, reduzimos os riscos de paradas imprevistas e aprimoramos a qualidade no atendimento aos clientes”, afirma o superintendente.
 
De acordo com Mota, além do sistema de automação, foram instalados seis painéis de interface amigável, que dão uma visão geral do funcionamento ECP Lucaia. “Dessa forma, conseguimos monitorar com detalhes - independente do lugar, já que é possível acessar as informações via dispositivo móvel -, cada etapa da operação da estação, que é responsável pelo processamento de uma média de 7,5 mil litros de esgoto por segundo”, diz.
 
Para ele, a eficiência obtida é fundamental para atender as exigências e registros de produção, exigidos pelos órgãos regulatórios. “Atualmente, a gestão das informações geradas pelas operações executadas, e que precisam ser repassadas ao poder público para auditorias e governança, por exemplo, precisa ser rápida e assertiva. Com o novo sistema, eliminamos erros causados pela interferência humana e agilizamos a entrega de relatórios e diagnósticos críticos para dar continuidade à operação da ECP, que impacta todo o sistema de saneamento”, finaliza.
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