17/08/2018 às 16h24min - Atualizada em 06/09/2018 às 14h53min

PESQUISA REVELA QUE MAIS DE 50% DAS MULHERES DO PAÍS NÃO FAZEM O EXAME PAPANICOLAU

Dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer) revelam que o câncer de colo do útero é o terceiro tumor que mais atinge a população feminina no Brasil, ficando atrás apenas do de mama e o colorretal. Por ano, a doença apresenta em torno de 16.340 novos casos e faz cerca de 5.430 vítimas fatais. 
 
Uma das formas de detectar e até prevenir a patologia é a realização do exame Papanicolau. No entanto, segundo a pesquisa Panorama sobre Conhecimento, Hábitos e Estilo de Vida dos Brasileiros em relação ao Câncer da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, mais de 52% das mulheres brasileiras não realizam o procedimento. “O dado é alarmante, pois a incidência da doença pode ser reduzida em até 80% quando feito com a periodicidade indicada pelo médico”, explica Renato de Oliveira, ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis. 
 
Outro dado da pesquisa revela que quatro em cada dez mulheres afirmam não usar preservativos e nem aderir a campanhas de vacinação. Esse dado se torna ainda mais preocupante quando uma das principais causas do câncer de colo de útero é o HPV, infecção viral causada pelo Papilomavírus Humano. “O HPV é uma das Infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. É importante ressaltar que nem todas as mulheres que já tiveram ou entraram em contato com o vírus terão câncer de colo de útero”.       
 
Para diminuir a incidência da doença, é essencial que as mulheres tomem a vacina, usem preservativo e, claro, façam exames. “A recomendação é iniciar o exame de prevenção colpocitológico (papanicolau) após os 25 anos de idade ou 3 anos após o início da atividade sexual. No caso da vacina, é importante ressaltar que a dose protege principalmente contra os tipos de HPV mais frequentemente associados ao câncer e, dependendo da vacina, possui cobertura aos principais tipos de HPV causadores de condilomas acuminados. Porém, não há proteção contra outras doenças que são sexualmente transmitidas e, muito menos, impede a gravidez”, finaliza.
 
Sobre a Criogênesis
A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 15 anos de experiência com células-tronco, é membro institucional da AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br
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