16/07/2018 às 17h16min - Atualizada em 17/07/2018 às 13h24min

Primeiro leilão da Lava Jato vende apenas um relógio

Mais de dois anos depois que o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, determinou um leilão para vender os apreendidos até então pela Operação Lava Jato, o primeiro pregão conseguiu vender apenas um relógio de pulso.

Entre tudo o que estava à disposição dos participantes, havia uma mansão em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, avaliada em R$ 8 milhões, que era do ex-governador do estado, Sérgio Cabral, além do iate dele, de R$ 4 milhões, e carros de luxo que pertenciam aos seus assessores.

Segundo a Justiça, os bens serão colocados à venda novamente no final de julho com descontos de 20% -- há especial interesse pelo leilão online de imóveis que foram tomados na Operação e fazem parte do processo, como seis apartamentos localizados em Londrina (PR), de propriedade da empresa GFD Investimentos Ltda, controlada por Alberto Youssef, e um prédio em Salvador (BA), também em nome da GFD Investimentos, que será vendido em nove lotes.

O próximo leilão ainda vai oferecer três apartamentos na Barra da Tijuca, no Rio, a preços mínimos entre R$ 4,3 milhões e R$ 2,8 milhões e carros blindados apreendidos nos cinco anos da Lava Jato. Vários relógios importados, com valores mínimos de até R$ 11,2 mil, também serão colocados à disposição dos participantes.

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