19/06/2024 às 10h09min - Atualizada em 19/06/2024 às 22h06min

Não tenho liberdade no relacionamento: Médium orienta!

liberdade no relacionamento

TV PE
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Relacionamentos são construídos sobre a base do amor e da confiança, mas o que acontece quando um dos pilares parece estar faltando? Não tenho liberdade no relacionamento. A sensação de aprisionamento dentro de uma relação pode ser angustiante. Para entender melhor essa dinâmica, conversamos com o Médium Henri Fesa, que nos oferece uma visão espiritual e prática.

Ele dá conselhos sobre como trazer o ex de volta e sobre diversos assuntos em sua Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa, além de ajudar pessoas a superarem seus problemas amorosos. Confira a seguir as orientações passadas pelo Médium para aqueles que vivem esse problema no relacionamento.

Ele não me dá liberdade

Sentir-se livre é um direito inalienável de todo ser humano, e isso não muda quando entramos em um relacionamento. “Quando um parceiro impõe restrições excessivas, ele não apenas limita a liberdade do outro, mas também sufoca a energia vital da relação”, explica Henri. É fundamental que haja um equilíbrio entre o compartilhar a vida a dois e manter a individualidade.

A comunicação é a chave para resolver conflitos de liberdade em um relacionamento. Henri sugere: “expressar seus sentimentos e necessidades é o primeiro passo para abrir as portas da compreensão mútua”. É importante que ambos os parceiros se sintam ouvidos e respeitados em suas necessidades.

Henri Fesa enfatiza a importância do respeito mútuo: “um relacionamento saudável floresce na igualdade e no respeito. Sem isso, a conexão se enfraquece”. Portanto, é essencial trabalhar juntos para garantir que ambos os parceiros se sintam livres e valorizados.
 

Eu quero ele, mas sou ciumenta

O ciúme é uma emoção complexa que muitas vezes reflete inseguranças pessoais. “É natural sentir ciúmes de vez em quando, mas quando isso se torna constante, é um sinal de que algo mais profundo precisa ser abordado”, observa Henri. Reconhecer o ciúme como um sinal de alerta é o primeiro passo para a mudança.
Henri aconselha: “trabalhar a autoestima e a confiança é essencial para superar o ciúme. O amor-próprio é o fundamento de um relacionamento saudável”. Quando nos valorizamos, estamos menos propensos a ver os outros como ameaças ao nosso relacionamento.

“Construir confiança leva tempo e esforço de ambas as partes”, lembra Henri. É importante lembrar que o ciúme não é uma prova de amor, mas sim uma barreira para a intimidade e a confiança verdadeira. Superar o ciúme é um ato de amor por si mesmo e pelo parceiro.

Não amo mais meu marido

Mudanças nos sentimentos dentro de um relacionamento são normais e podem ser um convite para o crescimento pessoal. “O amor não é estático; ele evolui com o tempo”, diz Henri. Quando o amor romântico diminui, pode ser uma oportunidade para explorar novas formas de conexão.

Henri encoraja a honestidade com si mesmo e com o parceiro: “reconhecer que seus sentimentos mudaram é um passo corajoso. A verdade pode ser dolorosa, mas é o caminho para a liberdade emocional”. É importante avaliar se o relacionamento ainda atende às necessidades de ambos.

“Às vezes, o fim de um ciclo amoroso é apenas o começo de uma nova jornada de autodescoberta”, reflete Henri. Se o amor se transformou, pode ser o momento de redescobrir a si mesmo e ao que realmente importa na vida. O diálogo aberto e sincero é crucial nesse processo de transição.
 

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Claudio gomes da silva leite
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