19/12/2013 às 14h28min - Atualizada em 19/12/2013 às 14h28min

Mercado imobiliário promete ser mais acessível em 2014

Com a frequente oscilação do dólar, da inflação e consequentemente da Bolsa de Valores, característica normal em nosso país ao longo dos anos – embora o Brasil não tenha sido afetado com a crise que atingiu os Estados Unidos, Europa e países da Ásia – investir no mercado financeiro se tornou uma ação um tanto quanto perigosa. No entanto, para o empresário do ramo imobiliário, Cícero Heraldo Novaes, no Brasil – país que possui uma realidade difere

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Empresário do setor afirma que imóvel é a forma mais segura para se investir

Com a frequente oscilação do dólar, da inflação e consequentemente da Bolsa de Valores, característica normal em nosso país ao longo dos anos – embora o Brasil não tenha sido afetado com a crise que atingiu os Estados Unidos, Europa e países da Ásia – investir no mercado financeiro se tornou uma ação um tanto quanto perigosa. No entanto, para o empresário do ramo imobiliário, Cícero Heraldo Novaes, no Brasil – país que possui uma realidade diferente do que acontece no exterior – a forma mais segura de investimentos é a aplicação em imóveis.

Na Multi Imobiliária, de acordo com Novaes, aproximadamente 1200 imóveis estavam disponíveis com exclusividade para comercialização ao longo de 2013. Desse total, cerca de 55% foram vendidos. Os objetivos das pessoas que adquiriram os patrimônios são distintos. “Temos muitos casos de compra para uso próprio, sejam elas, residencial ou comercial e também temos situações de investimentos para locação e/ou comercializações futuras”, comenta.

Novaes explica que esse tipo de investimento acontece primeiro porque sempre há a necessidade de habitação e segundo porque o setor é um dos mais seguros para investimentos. De acordo com ele, o mercado imobiliário tem um crescimento progressivo e estável. “Os investimentos nesse setor é seguro, pois os imóveis sempre se valorizam. A aplicação em Imóvel tem retorno em médio e longo prazo, o valor eleva um pouco e se estabiliza por um determinado período e depois retoma o mesmo processo”, explana complementando que o mercado esteve acessível em 2013 e permanecerá assim em 2014.

De acordo com o empresário essa acessibilidade se deve ao grande volume de empreendimentos voltados a população de classe média baixa. Novaes explica que, as facilidades de financiamentos que as incorporadoras de crédito estão oferecendo ao público em geral, fez com que a demanda por imóveis mais populares e para a classe média aumentassem. “Se comparado com empreendimentos para classe média alta o valor é bem menor devido os tamanhos dos imóveis e de outros fatores como serviços oferecidos. No entanto, o volume de imóveis mais populares vendidos é tanto que consegue atingir uma margem de lucro quase igual a dos luxuosos”, frisa.

Com um indicativo de que em 2014 o setor vai continuar aquecido, Novaes já adianta que há muitos lançamentos previstos para o novo ano. Para ele, a construção civil dá estabilidade ao país devido à cadeia produtiva que ela envolve. “São muitas empresas como fábricas de cimentos e de cerâmicas, de metais e telhas, lojas de materiais para construção, dentre vários outros setores que juntos são responsáveis por grande parte da arrecadação tributária do país. Pelos planos do governo a construção civil continuará a ter as desonerações e o apoio definidos em 2013, devido ao volume de empregos que proporciona”, explana acrescentando ainda que: “pensando em segurança, aplicar em imóvel continuará a ser um bom investimento para 2014”.


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