31/05/2024 às 10h28min - Atualizada em 31/05/2024 às 20h00min

Deborah Secco e Malvino Salvador falam sobre os desafios de empreender no Brasil durante maior evento da América Latina sobre o tema

Empresários e sócios da Mais Cabello discutem o cenário empreendedor em um país onde 60% da população sonha em ter o seu próprio negócio, enquanto 80% de pequenas empresas fecham antes do primeiro ano

MARINA T. MARQUES
Créditos: Divulgação
 

Empreender no Brasil vai além de abrir um negócio; trata-se de navegar por um cenário complexo e desafiador, cheio de obstáculos que exigem inovação constante e resiliência. Na 10ª edição da feira Empreende Brazil, que aconteceu no último dia 25 de maio, em Florianópolis/SC, personalidades como Deborah Secco, Malvino Salvador, Gabriela Prioli e Roberto Cabrini compartilharam suas experiências e insights sobre como prosperar nesse ambiente dinâmico.

Pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2022, realizada pelo Sebrae e pela Associação Nacional de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (Anegepe), aponta que seis em cada 10 brasileiros sonha em ser dono do próprio negócio. Ao passo que este dado ilustra um forte desejo de investimento no próprio negócio, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 80% das micro e pequenas empresas não chegam a completar um ano e 60% fecham antes dos cinco. 

Para empreender no Brasil a gente precisa ter coragem, mas a coragem deve vir acompanhada de conhecimento. Afinal, não adianta tentar se aventurar em um negócio se você não pesquisar, não ir atrás, entender como ele funciona, como é a sua concorrência, qual é a longevidade que ele pode ter, se existe alguma tecnologia que pode vir a acabar com ele lá na frente. Você precisa entender muito o panorama geral e buscar novos conhecimentos”, conta Malvino Salvador, que é sócio da Mais Cabello, maior rede de transplantes e tratamentos capilares, de duas academias de jiu-jitsu e de uma rede de barbearias.

Segundo a Euromonitor International, o Brasil possui o 4º maior mercado de beleza e cuidados pessoais no mundo - atrás apenas de Estados Unidos, China e Japão. Diante deste cenário, um balanço da Associação Brasileira de Franchising (ABF) indica que o segmento de saúde, beleza e bem-estar teve a segunda maior taxa de crescimento no setor, aumentando 21,5% o faturamento em 2022. 

Empresas como a Mais Cabello, líder que vem promovendo a democratização do acesso a serviços capilares e conta com unidades em todos os estados do Brasil com menos de cinco anos de seu início, vem crescendo. “Nós entendemos a necessidade de cada cliente para primeiro estagnar a doença e, assim, oferecer um protocolo adequado e tratamento contínuo, que, inclusive, pode ser feito em casa com a nossa linha de produtos capilares. Além disso, mantemos a consistência e o padrão em todas as unidades, pois temos um modelo de franquias que permite que o cliente possa comprar o tratamento em uma cidade e seguir com a manutenção em qualquer um das outras 38 unidades.”, conta Sandra Fernandes, CEO da Mais Cabello.

A falta de planejamento estratégico pode ser um empecilho para que os negócios perdurem no país, mas Deborah Secco, que é sócia de quatro empresas nos ramos de beleza, moda e bem-estar, recomenda que o mais importante na hora de investir é acreditar no projeto. “Sendo mulher, mãe, atriz, empresária, eu abro mão de muitas coisas pessoais em prol do trabalho. E se eu não acredito no meu negócio, por que alguém deve fazer transplante comigo, por exemplo? O meu conselho é acreditar e investir em você. Afinal, você é o seu melhor negócio, o que você tem de mais valioso. Nós somos templos de nós mesmos, por isso é importante cuidar do corpo e da mente e fazer as coisas sempre por você, pra você.

A Empreende Brazil evidenciou que o caminho do sucesso no empreendedorismo brasileiro está pavimentado na inovação, resiliência e em uma visão clara das tendências. E a Mais Cabello tem se mostrado uma empresa referência no segmento com um modelo de franquias que garante a padronização dos serviços em quaisquer unidades. Desde o seu nascimento, em 2019, já possui 38 unidades espalhadas pelo Brasil e um faturamento atual de R$ 10 milhões ao mês prevendo chegar a R$ 16 milhões mensais até o final de 2024.


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MARINA TEIXEIRA MARQUES
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