12/11/2013 às 23h32min - Atualizada em 12/11/2013 às 23h32min

Mais cultura para as cidades

É preciso alimentar não somente o corpo, mas também a alma. Essa ideia ganha muito mais força nos dias de hoje, em que a sociedade passa a reivindicar melhorias no seu dia a dia.

Assessoria de Comunicação e Imprensa Presidência da Câmara Municipal de São Paulo

(*) José Américo

 

Todos sabemos que a cultura é importante para o desenvolvimento da humanidade. Isso significa que ser bem atendido em uma unidade de saúde ou hospital público é um direito legítimo, da mesma forma que assistir a uma peça de teatro ou filme.

A saúde e a educação sempre aparecem no topo das conquistas mais lembradas que são asseguradas às pessoas. A cultura, que em muitas cidades fica relegada a segundo plano, precisa se tornar uma prioridade, de fato, e ocupar posição de destaque.

É por meio da cultura que preservamos e difundimos as tradições do nosso povo e das próprias cidades. É através dela que compreendemos, inclusive, nossa própria história. E saber a história é fundamental para entender os caminhos que devemos trilhar.

As manifestações culturais precisam estar disponíveis a um maior número de pessoas. Teatro, dança, pintura, literatura, cinema... Toda essa produção tem de estar presente no nosso cotidiano. Aliás, essa é uma obrigação com a qual o poder público tem de estar comprometida.

A cidade de São Paulo, por exemplo, poderá contar, em breve, com uma interessante iniciativa que visa impulsionar a produção cinematográfica. Trata-se da SP Cine – Empresa de Cinema e Audiovisual de São Paulo.

A proposta, se aprovada pelos vereadores, irá viabilizar a realização de uma maior quantidade de filmes. Ela poderá impulsionar até mesmo a própria economia da cidade, que conta com mais de 500 produtoras, ao gerar novos postos de trabalho.

Já passou da hora da capital paulista ter um polo cinematográfico. Da saudosa Vera Cruz, passando pela Boca do Lixo, São Paulo reúne todas as condições para se transformar em um centro de excelência audiovisual e, com isso, reforçar de fato o papel da cultura como uma política pública. Como diz a letra da música dos Titãs: “A gente não quer só comida. A gente quer comida, diversão e arte”.

 

(*) O autor é presidente da Câmara Municipal de São Paulo. Contato: joseamerico@camara.sp.gov.br


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