10/06/2013 às 12h41min - Atualizada em 10/06/2013 às 12h41min

Desvirtualizar é preciso!

Oficina no MIS discute as fronteiras entre o virtual e o presencial. A entrada é gratuita.

Gontof Comunicação

A #RedeMIS oferece três oficinas independentes para os interessados em debater e aprofundar seus conhecimentos e práticas sobre as mídias e redes sociais. A primeira oficina, “Nas fronteiras entre o virtual e o presencial”, acontece na próxima quarta-feira, dia 12 de junho, das 19h às 22h. A entrada é franca.

A #RedeMIS, núcleo do Museu da Imagem e do Som (MIS) nas redes sociais, tem novas oficinas em junho, com a  proposta de disseminar atividades de educação, jornalismo e cultura on e offline. “Neste mês, teremos três oficinas para quem deseja aprofundar seus conhecimentos sobre  o uso das redes sociais utilizando o Twitter, FaceBook, Instagram e FourSquare”, diz o coordenador da #RedeMIS, o multicultural José Luiz Goldfarb, que acrescenta: “os interessados podem fazer as três oficinas ou apenas uma, dependendo de cada agenda, já que as oficinas são independentes”. As oficinas são voltadas a jornalistas, professores, escritores, estudantes e demais interessados em debater e aprofundar seus conhecimentos e práticas sobre as  mídias e redes sociais. A entrada é franca.

A primeira oficina, “Nas fronteiras entre o virtual e o presencial”, acontece na próxima quarta-feira, dia 12 de junho, das 19h às 22h. “A presença do mundo digital já afeta nossas vidas em múltiplas perspectivas. As novas gerações, do século XXI, são formadas por nativos digitais e já temos a necessidade de desvirtualizar as relações construídas nas redes sociais. Por isso, é importante debater as fronteiras deste novo mundo”, diz Goldfarb.

A segunda oficina, “Na busca do melhor conteúdo para participar nas redes sociais”, está marcada para o dia 18, terça-feira, das 14h30 às17h30 “A cada dia mais e mais pessoas participam das redes sociais. Mas, claro, logo vem a questão: ‘como encontrar conteúdo para que nossas postagens sejam curtidas nas redes?’ Nessa oficina daremos dicas e teremos algumas práticas para melhor aproveitamento das redes”, conta Goldfarb.

A terceira oficina, “Literatura e Twitter: nasce a #tuiteratura”, ocorre no dia 26 de junho, das 19h às 22h. “Escolas, grupos de poetas, escritores...aos poucos todos descobrem um novo mundo para a escrita nos microblogs do Twitter. Nessa oficina, daremos exercícios para quem quer aprender a postar (ou melhorar) microtextos nas redes”, informa o coordenador da #RedeMIS.


Ficha Técnica
Onde:
  Sala de Workshop do Museu da Imagem e do Som (MIS), na avenida Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo – tel: 11-2117-4777-  www.mis.sp.org.br
Entrada: franca.
Professor:  José Luiz Goldfarb
Público-alvo: jornalistas, professores, escritores, estudantes e demais interessados em debater e aprofundar seus conhecimentos e práticas sobre as  mídias e redes sociais.
Estacionamento conveniado: R$ 8,00 (desde que a pessoa carimbe o estacionamento na recepção).
Acesso e elevador para cadeirantes
Ar-condicionado:
sim
Realização: #RedeMIS
Apoio: Fundação Santa Maria

Sobre a #RedeMIS
Iniciada em setembro do ano passado, a #RedeMIS reúne a tribo de twitteiros culturais no MIS para trocar experiências, conhecimento e auxiliar outras pessoas a entrarem nas Redes Socais. “Pessoas que ainda não estão nas Rede Sociais podem se cadastrar e aprender com assessores sentados ao lado. E quem ainda não deslanchou nas redes tem a oportunidade de se desenvolver e aprofundar ainda mais”, diz José Luiz Goldfarb, o âncora do projeto. Segundo Goldfarb, “não é novidade para ninguém que o crescimento da relevância das mídias sociais junto a nossa sociedade tem alterado significativamente a forma pela qual o nosso dia a dia tem se desenvolvido. A um custo extremamente baixo as pessoas têm nas mãos seus celulares e tablets, que ligados à rede colocam um infinito de possibilidades ao alcance de todos. Fazer desta oportunidade um momento para a efetiva democratização da cultura é a meta da #RedeMIS”, afirma. E acrescenta: “Curiosamente, essas iniciativas têm tido um grande índice de aprovação justamente devido ao fato de permitir a efetiva democratização das informações e conhecimentos de forma imediata e, principalmente, com valor agregado, algo jamais visto na história da humanidade. Não há como negar que será desafiador ver os cidadãos brasileiros, pessoas comuns, como efetivas fontes e propagadores de informações inéditas e ricas para o mundo inteiro”, afirma.


Sobre José Luiz Goldfarb
É bacharel em Física (USP), mestre em Filosofia e História da Ciência (McGill University, Canadá), doutor em História da Ciência (USP), vice-coordenador do Programa de Estudos Pós-Graduados em História da Ciência, presidente da Cátedra da Cultura Judaica da PUC-SP e coordenador do Twitter da PUC-SP; curador do Prêmio Jabuti; presidente do Conselho da Associação Amigos do Museu Judaico de São Paulo; assessor de Comunicação e de Redes Sociais da Associação Brasileira 'A Hebraica' de São Paulo; consultor de programas de incentivo à leitura, de projetos do terceiro setor e de desenvolvimento de ações sociais e educacionais no Twitter; membro da Academia Paulista de Educação e coordenador do projeto #REDEMIS do Museu da Imagem e do Som de São Paulo.


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