16/11/2015 às 15h19min - Atualizada em 16/11/2015 às 15h19min

Assistência farmacêutica reduz impactos da inflação médica

Pesquisa internacional aponta alta de 17% no setor brasileiro em 2015

Ex Libris Comunicação Integrada

Um estudo realizado em 29 países, e que acaba de ser divulgado, prevê que o Brasil deve ocupar o segundo lugar com maior inflação médica prevista para 2015 na América Latina. O levantamento da Mercer Marsh mostra alta no país de 17% nesse setor, sendo superado apenas pela Argentina, que deve registrar aumento de 29%.

A análise dos resultados da pesquisa na região aponta que o aumento dos gastos devem impactar diretamente nos custos da folha de pagamento das companhias com a manutenção de planos de saúde. Além disso, o envelhecimento da população brasileira também vai contribuir para o aumento desses custos, com a dependência de tratamentos mais longos e sofisticados.

“As companhias precisam repensar com urgência o atual modelo de gestão de saúde corporativo. O corte de benefícios não deve ser a solução para a redução de custos na área de saúde”, analisa Carlos Pappini Jr, diretor de Marketing da ePharma, empresa líder no setor de assistência farmacêutica.

 

Segundo ele, uma das dificuldades das companhias é implantar um programa de gestão de saúde para seus colaboradores. “A redução de custos está diretamente relacionada com uma gestão eficaz, que parte de um diagnóstico detalhado da saúde do seu público”, aponta Pappini.

“Complementando a gestão de saúde corporativa, a companhia precisa garantir o acesso adequado ao tratamento evitando as complicações das doenças e o consequente aumento da sinistralidade”, afirma o executivo. No Brasil, cerca de 50 milhões de trabalhadores são cobertos com planos assistenciais, mas apenas três milhões têm como benefício o custeio dos seus medicamentos por parte das empresas.

 

Pappini ressalta que o mercado de assistência farmacêutica, atendido pelas empresas de PBM (Pharmacy Benefit Management), já oferecem soluções capazes de atender às demandas do mercado. A ePharma, por exemplo, tem o ePharma Plenus, um plano de medicamentos no formato de pré-pagamento. Com ele, as corporações podem garantir até 100% dos custos dos remédios para os seus colaboradores e familiares, pagando um valor fixo mensal por beneficiário e nada mais. “Nosso plano oferece total previsibilidade de investimentos em saúde da empresa, com custos fixos mensais. Asseguramos o real acesso dos beneficiários e reduzimos assim, a médio prazo, os custos globais de saúde das companhias”, ressalta Pappini.

 

A ePharma

Consolidada como principal player no recente mercado brasileiro de assistência farmacêutica, a ePharma dispõe de tecnologia que conecta, em tempo real, aproximadamente 23 mil farmácias e drogarias de todo o país a um sistema autorizador ancorado em um potente banco de dados, dando acesso a medicamento a mais de 23 milhões de pessoas.

O portfólio de serviços da ePharma traz ainda serviços inovadores voltados à saúde e ao bem-estar dos beneficiários. Dentre eles, destacam-se o Plano de Medicamentos no modelo de pré-pagamento baseado no levantamento da estimativa de gastos com medicamentos de acordo com o perfil dos colaboradores, como o ePharma Plenus; o gerenciamento de doentes crônicos; o Concierge da Saúde, que é um serviço multidisciplinar de aconselhamento telefônico que oferece assistência nutricional, enfermagem, psicóloga, médica e farmacêutica; Unidade de negócios Farma responsável pelo acompanhamento dos pacientes via call center especializado; Specialty Care, direcionado a promover o acesso e a gestão do tratamento de pacientes portadores de doenças complexas e raras.

A companhia detém ainda mais da metade do mercado de assistência farmacêutica, com uma carteira de cerca de 150 empresas, constituindo 1.610 programas.


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