06/02/2015 às 02h52min - Atualizada em 06/02/2015 às 02h52min

Artigos de luxo são apreendidos por PF em operação Lava Jato

Mais de 500 relógios e artigos de luxo são encontrados

Deborah Albuquerque
Deborah Albuquerque - Gazeta

Na nona etapa da operação Lava Jato a polícia Federal informou que apreendeu quase 500 relógios de luxo, além de documentos e uma grande quantia de dinheiro, em cédulas de real, euros e dólar. Com base no balanço parcial divulgado na tarde de quinta-feira (5). A PF informou que os relógios foram apreendidos em Santa Catarina, onde há empresas investigadas nessa nova fase da operação. Também foi apreendida pela PF uma coleção de canetas importadas. Visto que a "quadrilha" tinha gosto refinado para escolher seus artefatos de luxo.

Foram 18 mandados de condução coercitiva que os agentes da PF cumpriram, quando a pessoa é levada para dar depoimento e é liberada, e 40 de busca e apreensão em São Paulo, no Rio, na Bahia e em Santa Catarina.

Mais um sócio da Arxo também tem a prisão temporária decretada, mas que não foi cumprida porque está voltando do exterior. Polícia Federal tem esperança que ele se entregue assim que desembarcar no Brasil.

Haverá ainda um mandado de prisão preventiva no Rio de Janeiro que não foi cumprido. O nome da pessoa procurada se mantém em sigilo pela PF.

A Polícia Federal ainda não soltou o total de dinheiro apreendido, pois não finalizou sua contagem. Os documentos e objetos apreendidos na operação de hoje serão enviados à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Os presos no caso também serão levadas para lá.

Na operação, participaram cerca de 200 policiais federais e 25 servidores da Receita Federal.

Segundo a PF, os investigados poderão responder pelos crimes de fraude a licitação, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa. e é liberada, e 40 de busca e apreensão em São Paulo, no Rio, na Bahia e em Santa Catarina.                                                                    O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi levado para prestar depoimento na Superintendência da PF em São Paulo e foi liberado. De acordo com o depoimento de Pedro José Barusco Filho, o PT teria recebido entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões entre 2003 e 2013 de propina retirada dos 90 maiores contratos da Petrobras, como o da refinaria Abreu e Lima, em construção em Pernambuco. Barusco é ex-gerente de engenharia da estatal e realizou delação premiada. A operação de hoje baseou nas informações passadas por ele.                      Foram presos Gilson João Pereira, sócio da Arxo, e Sérgio Ambrósio Maçanerro, diretor financeiro da empresa. Os dois estavam em Itajaí (SC) e são suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras.

Um outro sócio da Arxo também tem a prisão temporária decretada, mas que não foi cumprida porque está voltando do exterior. A expectativa da Polícia Federal é que ele se entregue assim que desembarcar no Brasil.

Há ainda um mandado de prisão preventiva no Rio de Janeiro que não foi cumprido. O nome da pessoa procurada não foi divulgado pela PF.

A PF ainda não divulgou o total de dinheiro apreendido, pois não finalizou sua contagem. Os documentos e objetos apreendidos na operação de hoje serão enviados à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. As pessoas presas também serão levadas para lá.

Participaram da operação cerca de 200 policiais federais e 25 servidores da Receita Federal.

Segundo a PF, os investigados poderão responder pelos crimes de fraude a licitação, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.                                           "Agora só nos resta confiar na nossa Polícia Federal e que eles tomem as iniciativas corretas e façam valer a justiça para os corruptos da interminável operação Lava Jato" Deborah Albuquerque          

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