17/01/2022 às 14h19min - Atualizada em 17/01/2022 às 14h09min

Jeans: peça tradicional evolui para o conforto e pode ser encontrada, inclusive, em moletom

Usado pela primeira vez por trabalhadores do campo e marinheiros, o denim urbano é marcado pela adaptação

Símbolo de rebeldia juvenil na década de 1950, o jeans é atualmente uma das peças mais versáteis e, por isso, corriqueiras nos guarda-roupas.

De acordo com uma
pesquisa realizada pelo Inteligência de Mercado (Iemi), as peças de roupa confeccionadas com o tecido representam 11,3% do consumo no varejo nacional. Em 2020, itens de jeans movimentaram cerca de R$ 22 bilhões, mesmo durante a pandemia.

 

Se a criação do jeans, no final do século XVIII, foi motivada pela necessidade de atender a trabalhadores do campo e marinheiros, hoje, a peça se refere mais a um estilo atemporal de calça comprida do que à sua trama de algodão característica.

Inclusive, o uso de tecidos diferentes do brim para criar peças que emulam a tradicional
five pockets é uma tendência contemporânea.

 

Levou mais de cem anos para a calça jeans se tornar traje de passeio. Mesmo quando Levi Strauss patenteou a peça nos Estados Unidos, a roupa ainda era usada por mineradores.

Conforme deixava o ambiente de trabalho para protagonizar a moda da segunda metade do século XX, o tecido foi aplicado a outras peças do vestuário, como camisas, saias, jaquetas e, posteriormente, acessórios de todas as categorias.

 

O denim virou cor, estilo atemporal, item de luxo – Calvin Klein o levou para as passarelas em 1976 – e atravessou gerações. Na contemporaneidade, sequer precisa ser de brim ou azul.

A calça
five pockets ganha novas matérias-primas – o stretch garantiu praticidade para o dia a dia – e até peças de outros tecidos, como o confortável moletom, são apelidadas de jeans.

 

Símbolo de rebeldia juvenil na década de 1950, o jeans é atualmente uma das peças mais versáteis e, por isso, corriqueiras nos guarda-roupas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Inteligência de Mercado (Iemi), as peças de roupa confeccionadas com o tecido representam 11,3% do consumo no varejo nacional.

Em 2020, itens de jeans movimentaram cerca de R$ 22 bilhões, mesmo durante a pandemia.

 

Se a criação do jeans, no final do século XVIII, foi motivada pela necessidade de atender a trabalhadores do campo e marinheiros, hoje, a peça se refere mais a um estilo atemporal de calça comprida do que à sua trama de algodão característica.

Inclusive, o uso de tecidos diferentes do brim para criar peças que emulam a tradicional
five pockets é uma tendência contemporânea.

 

Levou mais de cem anos para a calça jeans se tornar traje de passeio. Mesmo quando Levi Strauss patenteou a peça nos Estados Unidos, a roupa ainda era usada por mineradores.

Conforme deixava o ambiente de trabalho para protagonizar a moda da segunda metade do século XX, o tecido foi aplicado a outras peças do vestuário, como camisas, saias, jaquetas e, posteriormente, acessórios de todas as categorias.

 

O denim virou cor, estilo atemporal, item de luxo – Calvin Klein o levou para as passarelas em 1976 – e atravessou gerações. Na contemporaneidade, sequer precisa ser de brim ou azul.

A calça
five pockets ganha novas matérias-primas – o stretch garantiu praticidade para o dia a dia – e até peças de outros tecidos, como o confortável moletom, são apelidadas de jeans.

Parece jeans, mas é moletom

Uma das principais características do jeans é seu apelo urbano. Usar uma calça de denim pressupõe instantaneamente uma ligação com as ruas. Adicionar peças de jeans a looks é uma técnica de styling para remeter à cidade grande.

 

Na moda contemporânea, essa simbologia ultrapassa a questão do tecido. Peças que copiam as qualidades da calça jeans – cinco bolsos, pesponto, rebites para reforçar a costura, etiquetas na parte traseira do cós, passantes, zíper e braguilha – são atualmente encontradas em outros tecidos, como o moletom.

 

A aparência urbana da calça jeans moletom – uma das apostas da Oficina Reserva – é compensada pelo conforto.

Feita em algodão, elastano e outras fibras maleáveis, a peça reinventa o básico e leva para o dia a dia o aconchego do moletom. A roupa para dormir ou relaxar em casa passa a transitar pelas ruas, indo ao trabalho e ao lazer, sem perder o conforto.


Se o jeans pode se adaptar aos mais diversos usos, a calça de moletom também está autorizada a invadir o universo denim. A modelagem urbana, o caimento encorpado e o beneficiamento têxtil levam conforto às ruas.

 
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