05/03/2013 às 16h59min - Atualizada em 05/03/2013 às 16h59min

Os bordados e seu fetiche

Uma arte que acompanha o homem

Marcela da Baumont

Desde que a humanidade se conhece, algum tipo de bordado tem sido usado para dar mais graça a um tecido ou outro material.


Sabemos que as linhas, como são hoje confeccionadas, nem sempre foram tão finas nem possuíam a gama de cores que hoje alcançam. Mesmo com parcos recursos, o bordado enfrentou séculos e séculos para atingir um alto e raro grau de beleza.


Na Renascença, muitas formas de embelezar as roupas, principalmente dos nobres, mostravam o seu grande poder aquisitivo, com a aplicação de pedras preciosas, fios de ouro e de prata.


Desde o ponto pé de galinha até o rococó ou o rechelier, as etapas e o aprendizado dependem muito da dedicação da bordadeira, pois nesse caso a experiência com os materiais se aprimoram a cada nova peça.


Hoje temos máquinas que realizam com perfeição e rapidez os bordados mais difíceis encontrados, uma vez que a demanda tem crescido a cada ano. Ainda assim, o que durante tanto tempo foi feito manualmente não deixa de ter seu real valor e continua sendo admirado em todas as partes do mundo.



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