23/08/2016 às 22h29min - Atualizada em 23/08/2016 às 22h29min

Carlos Gomes

Escritor

Thiago Santos

 Quem é o ser humano Carlos Gomes?

 Alguém que gostaria muito de lhe conhecer pessoalmente, na certeza de que nos encontraremos pelas linhas das adaptações do clássico de Antoine de Saint-Exupéry O Pequeno Príncipe. Preparadas de modo a dinamizar a leitura das mensagens, as quais de suma importância em nosso cotidiano; apresento-me como adaptador. 

 

 Carlos?

 Caro amigo Thiago e leitores da Gazeta... 

 

 A estrada literária até aqui?

 Como estávamos falando, viver da arte literária é algo que, de fato, marca a alma do escritor, sobretudo sua pele que vive das necessidades. E isso acaba sendo mais ou menos parecido para todas as áreas artísticas.  Embora a música tenha forte abrangência, sobretudo como entretenimento. Já a literatura no Brasil afunila sucessos com filtro mais intenso. Menos acessível digamos. 

 

 Dias 27 e 28 deste mês de agosto representam para a sua pessoa?

 Dias tranquilos e favoráveis!Com clima de respeito em prol da leitura, dos livros, da comunicação. Felicidade no sentido da parcela contribuída, uma vez da participação na maior feira de livros da América Latina para apresentar a volta do pequeno príncipe trazendo a proteção ambiental como fonte principal da narrativa. 

 

 O Pequeno Príncipe no Planeta Terra?

 Estará encerrando o ciclo de bienais no país. Se sentindo muito feliz pelas participações e honrado pelo espaço editorial de lançamento na 24º Bienal Internacional do Livro de São Paulo, com participação nos dias 27 e 28 no estande (M69) da Ler Editorial.

 

 Nos conte o processo até o resultado final tal qual o público leitor terá acesso.

 Processo de trabalho intenso, investimento de segundos preciosos, minutos e horas que jamais voltarão. E mesmo que acontecesse seria tudo refeito exatamente como está. Projeto de Incentivo Literário.

 

 Dentre tantas outras obras o porquêdo autor Carlos Gomes escolher tão grandiosa obra?

 Pergunta muito pertinente. Faz-me lembrar de detalhes e ocasiões, encontros e pensamentos, dúvidas e decisões... Enfim, me faz refletir sobre o sonho que tive com Exupéry trazendo-me mensagem de continuação da sua perpetuada obra. Percebi que havia de respeitar o pensamento vivido através do descanso profundo.

 

 Proporcione ao amigo leitor o que você sentiu desde o primeiro momento no quesito adaptação até o presente momento que antecede o evento na Bienal de São Paulo.

 Boa! Na verdade senti, e hoje consigo enxergar que são pontos extremos opostos. O princípio do primeiro volume até a montagem da coleção, em reflexão estendida aos dias atuais, ou melhor, que antecedem de vésperas a bienal, gratidão pela oportunidade de unir dois pontos tão distantes entre si, embora, sempre possível quando se deseja com Fé.

 

 O que o amigo leitor poderá esperar não somente no âmbito pessoal, mas também no familiar ao ler esta tão fascinante obra?

 União, respeito, amizade, natureza e amor; principais componentes da obra.

 

 Sempre gosto de saber o que o autor sente ao ter em mãos uma obra, contendo o próprio nome, pensando em questões como persistência e perseverança!

 Basta olhar para si mesmo. Irá enxergar razões subjetivas como essência da nossa natureza. Razões da batalha, do acreditar, do suor, do trabalho que move o sistema de se viver na expectativa pelos dias melhores.

 

 Instrua o amigo leitor que deseja ir ao evento. Por favor!

 Estaremos no espaço LER EDITORIAL das 10h às 12h dos dias 27 e 28 de agosto de 2016.

 

 Para finalizar, se importa em expressar palavras que se tornem sinônimo de inspiração para o amigo leitor que também deseja viver em prol da arte? E também muito uma frase que seja capaz de descrever o que você sente por fazer algo que ama?

 Acreditar. Concentrar-se e perseverar na ideia da sua imaginação se tornar a realidade. 

 

 

 

 

 

 

 

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